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quinta-feira, 22 de junho de 2017

o tigre e a arvore

há sabedoria. Aquele que tem entendimento, 

calcule o número 


E eis que Ela foi enganada tirada em seu prazer !!
Levada a um Prédio muito ...muito alto
a espera do elevador que a levaria a maior parcela de prazer .
Adentrou sozinha no elevador pois suas companhias que em tanto depositava confiança a abandou sozinha para que subisse o elevador e saíram em alta zombaria
O elevador subiu muito alto porem não tão alto quanto sua capacidade .
então ouve -si a voz metálica do elevador 
``VOCÊ TEM CORAGEM E FORÇA PARA ENCARAR 3 LEÕES ?"
Em desespero a mulher tenta inultimente a apertar os botoes que levaria o elevador de volta a seu grau mais abaixo, não funciona ..
tenta com todas as forcas segura a porta do elevador que o que a protege da fúria dos 3 leões inutilmente .
as portas vão ão chão .. e aparece um grande TIGRE deitado atras das grades e fora da grades uma grande árvore 
O Tigre olha a mulher e a árvore e ela vê mentalmente a imagem de pessoas que subia a árvore para si protege do tigre, porem o Tigre comia suas pernas e assim o tigre sobrevivia comendo pernas de enganados.
a mulher compreendeu que foi enganada por suas companhias e dali saiu desesperada correndo
encontrou uma casa ão lado do prédio e pediu ajuda e contou o ocorrido ão seus moradores que fingiram surpresa pois na verdade eles já sabiam que naquele prédio vivia um tigre que si alimentava das pernas dos enganados 
e volta a mulher a novamente a presença do tigre 

cabritabrit 
22/06/2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Lembranças Espontânea de Uma Vida Passada (RELATO)

Relato Verdadeiro de Lembranças Espontânea de Uma Vida Passada

 COMO SURGIRAM AS LEMBRANÇAS


    Como surgiram lembranças de uma vida passada de forma totalmente espontânea sem que procurasse ajuda de um profissional?   Sinceramente, eu não sei dizer, aliás na época em que essas lembranças começaram a surgir não tinha conhecimento nenhum sobre o assunto. 
    Na época que isso começou e não era adepta a crenças religiosas, era e ainda sou uma pessoa simples que mal conhece outras cidades e pouco me afasto do lar!  Será que Deus falhou comigo?   Eu não saberia dizer! 
     Se Sou uma aberração? Quem sabe!
     Mas as lembranças dessa dessa vida na qual me chamava Louise, são parte de mim, e aos poucos assumi a personalidade que tinha na época, e só me dei conta disso agora! Antes das lembranças aparecerem, me sentia uma pessoa sem  imagem, sem reflexo no espelho!
      Esse relato é mais um desabafo, uma busca por entendimento, uma busca por respostas, uma busca por Louis! Por saber o que está por detrás desses sentimentos conflitantes, depressivos e que me fazem desprezar a vida, busco entender porque quero tanto voltar pra aquela época. 
O que naquela época foi tão importante pra mim que sem isso, não estou conseguindo levar adiante minha vida atual , que tipo de ligação foi essa que o tempo não conseguiu apagar.
Uma coisa que sei e é verdade, não levo minha vida, apenas, estou sendo arrastada por ela,  minha existência atual está sendo ofuscada por uma tragedia vivida a mais de duzentos anos!
Isso é taxativo as lembranças são do seculo XVIII, entre 1782 á 1815, na França, e palavras como Genève, finanças, banco, plantações, senado e château estão ligadas a minha família dessa época.
     Grande parte das minhas memórias vem em fragmentos  e, às vezes, tenho dificuldade de dar um sentido a elas. Mas outras partes são bastante nítidas e repletas de detalhes. É como você montar  um jogo de quebra-cabeça com certas peças apagadas, outras fora de lugar e algumas bem nítidas e fáceis de encaixar. 
    Louis um general das tropas Francesas ocupa a maior parte das minhas lembranças, assim como o belo château e um monumental tela de Batalha e o rosto de meu pai, já grisalho. 
     Outros locais e pessoas como o rosto de Gertrudes não são tão nítidos para mim como o rosto de Louis.
    Tenho sonhos recorrentes com ele, que sempre me traz lágrimas, desespero e vontade de morrer, e isso aos poucos se tornou parte de mim, passo mais tempo vivendo no passado do que a vida atual e isso agora é uma obsessão, se ao menos conseguisse encontrar o tumulo de Louis!
 Não tenho duvidas que essas lembranças são reais, e esperava que houvesse mais pessoas com o mesmo problema, esperava a compreensão, aceitação das pessoas, mas infelizmente não foi assim! 
   Com o tempo descobri que a maioria das pessoas encara a reencarnação como uma crença partilhada por algumas religiões e pessoa, não como uma realidade biológica, à qual todos estamos submetidos, aceitando ou não. Então penso que estou sozinha nesta jornada sem ajuda alguma?
    Desde pequena com um ano de idade segundo relatos de meus avôs, pois fui criada por eles, ao ouvir música melancólica chorava compulsivamente, e isso os intrigava.
       Um bebê agir dessa maneira é no mínimo estranho, fui crescendo e fui pra escola e os problemas foram se agravando tinha dificuldade de aprendizado, dificuldades em fazer amizades, me afastava dos colegas ficando sempre sozinha. E por algum motivo que ninguém sabia, fazia desenhos de vestidos de outra época.
    Acreditava que mantendo as pessoas afastadas, o sofrimento seria menor, se, um deles viesse a falecer, pois sabia que cedo ou tarde teria de sofrer novamente aquela dor maldita, tinha a sensação que todos iriam me deixar e tudo iria terminar, então tentava desesperadamente evitar a dor da perda!        
     Mas a vida não poupa ninguém e em poucos anos tive que encarar a morte de meu avô, e quatro anos mais tarde minha avó partiu, e exatamente aí apareceu a depressão e começou o tormento!         
      De alguma maneira eu conseguia voltar a este passado tão distante, você se volta para dentro de si mesmo e bum!, tudo está lá dentro da sua mente,  sempre esteve lá e não há nada que se possa fazer, são traumas tão arraigadas, sentimentos conflitantes que brotam da alma chorosa!
      As imagens são tão claras, sinto como se ainda estivesse lá, é quase como você olhar para as imagens anexadas neste texto, muito real mas distante, foi um abalo imensurável, e essa situação se tornou um circulo viciosos, são acontecimentos  que vivo e revivo todos os dias. 
    E juntamente a isso apareceu uma mediunidade ostensiva que não conseguia controlar, até hoje dezoito anos depois, que tudo começou,ainda me é difícil controlar e aceitar, e hoje tenho a historia quase que completa,e quero passar adiante para que as pessoas saibam que a vida não termina nessa existência, nada morre apenas se transforma!
   Muitas vezes foram as vezes que pensei em desistir, simplesmente pedir para o trem parar   e  terminar essa viagem, pois, essas lembranças causaram um estrago em minha vida, que daria tudo para ter  ficado na ignorância!        
     E digo que cada um é livre para julgar segundo suas crenças os fatos que irei narrar de agora em diante, mas que também tente se colocar, no lugar de qualquer individuo que sofre com isso sem poder falar com ninguém sobre o assunto. 
    Você está em meio a muitas pessoas que gostam de você, mas quem correria o risco de comentar tal problema, quem em sã consciência, mesmo sofrendo com o problema comentaria sobre tal dificuldade, então me calo e falo sobre outros assuntos mesmo por dentro estando aos pedaços! 
    No mínimo sua sanidade será questionada, e você terá de enfrentar mais problemas do que já tem, mesmo que esteja sendo sincero, falando a verdade, passei por isso, sei do que falo!


                                         AS LEMBRANÇAS 


    Minhas lembranças de uma vida passada se iniciam em meados do século XVIII, quando novamente voltei a reencarnar, e o país era a França, lembro de alguns nomes das pessoas envolvidas, mas prefiro apenas me ater ao relato e dar nomes fictícios quando necessário, porque sozinha sem ajuda de um profissional da área, não teria como achar esse lugar , mas com ajuda  tenho certeza que conseguiria provar o que digo! 
E depois indiferente a nomes a essência do relato não muda por não citar nomes!
Lembro que éramos proprietários de um belo              château       nas   proximidades das grandes colinas e neste lugar havia uma magnífica escadaria interna, a biblioteca, e um monumental quadro de batalha que a minha maneira ainda tenho esperanças de encontrar, por meio de pesquisas! 



Esse quadro tinha três cavalos dois brancos e um escuro ao fundo e pessoas feridas pelo chão, anexei  as figuras ao relato 'só para se ter noção de como era esse quadro e o rosto das pessoas.    
   E numa época de luz e sombras, vivemos valiosas experiência, onde a vida era aproveitada, sonhos realizados e muitas vezes despedaçados pelo próprio ser humano.
      Ainda agora fechando meus olhos sinto o cheiro da grama molhada que havia pela manha, da janela de minha câmara posso avistar as montanhas coberta pela neblina, e muitas ovelhas pastando!                      
     Meu pai foi um membro do parlamento e um excelente financista, cultivador de terras, não sei se essas atividades ele desenvolveu ao longo da vida, mas acredito que ele desenvolvia as três atividades ao mesmo tempo,e foi casado com mulher de saúde débil. 
E por esse motivo fui criada por uma espécie de governanta até uma certa idade e depois fui enviada a um colégio de freiras onde recebi excelente educação!    O colégio foi por muito tempo um lar, um refugio horas e horas a fio de leitura, bons livros, fazíamos caminhadas pela manha!    Nossa governanta me visitava com certa freqüência, a minha tão amada Gertrudes a quem eu tinha uma admiração imensa, lembro que ela era mulata, uma senhora de idade ja um pouco avançada! 
O tempo vai passando e me encontro por volta de 1799, com mais ou menos dezessete anos tenho corpo esbelto, cabelos longos que iam pela cintura, lindos vestidos e jóias sempre delicadas, minha aparência parecida com a imagem anexada abaixo.      
  Mas esses acontecimentos foram apenas eventos insignificantes para o tempo, e os minutos, horas continuaram a se esvair e juntamente com o tempo que se passou veio a revolução francesa.      Pelas ruas vejo o povo clamando sem cessar por uma condição de vida mais digna, por menos impostos e pela igualdade de direitos, pois perante Deus todos são iguais.
   O pão aos menos abastados era a medida da vida, o inverno fora por demasiado rigorosos naquele ano, o belo solo com vasta vegetação agora está coberto pela neve, não restando nada a ser colhido nos campos. O trigo chegou a preços exorbitantes e esta seqüência de eventos culminou em uma trágica revolta, parecia que Deus conspirava contra nós, chegando a questionar se o povo era a voz de Deus!   E pouco tempo depois o rei e a rainha foram substituídos no poder e a era do terror se iniciou, uma época muito perigosa para qualquer individuo.
     Uma época sombras, inegavelmente e irremediavelmente perturbadora, não que nós outros sofrêssemos com isso. Mas cada governante à medida que ia tomando gosto pelo poder era como se aos poucos perdessem contato com a realidade. Então novamente outro dirigente desponta para  conter os abusos no poder, sempre com o pretexto de defender o lema da revolução francesa.
 E por volta de 1799 mais uma vez um novo líder surge, e      num golpe de estado dissolve o diretório e toma o poder, estávamos     próximos a virada de uma década, o fecho de um século, o inicio de       uma nova era, a era Napoleônica.  
O destemido General assume um país falido, há fome, pouca oportunidade de renda, o povo muito pobre tinha a mínima instrução necessária, a maioria era de campesinos, e a peste negra ainda fazia suas vitimas por toda a Europa.
          Foi nesse período o clero perdeu totalmente o poder, e tiveram todos os bens confiscados, igrejas, mosteiros são saqueados e usados como estábulos. E foi nessa época que os teares do destino começaram a tecer o meu caminho. 
     Recebemos um comunicado de que o convento seria fechado e as moças seriam enviadas de volta, então numa manhã quente, me parece estarmos no mês de Abril, porque sinto o cheiro das flores, na hora marcada lá estava enfrente ao convento minha amada Gertrudes.
    As meninas se abraçam se despedindo daquela vida, daquele lugar que até então tinha sido um lar para elas, e iniciamos a marcha, agora estou um pouco abalada, meus pensamentos  muito confusos.
  Em minha mente já havia encontrado minha vocação, queria ser freira, então, o que faria agora, durante todo trajeto não disse uma só palavra. Sabia que as honrarias, os luxos e a cidade não eram para mim, amava a vida no campo e adorava cavalos e animais.
 Depois de horas na estrada finalmente chegamos e descemos da carruagem e meu pai já nos esperava no final da escadaria, escada essa que num impulso subi como uma menina levada, abraçando meu pai, me esquecendo da habitual elegância de sempre.
Chegando a casa podemos perceber uma grande movimentação de pessoas, os criados corriam para todos os lados, fomos informadas que a noite haveria uma grande recepção oferecida a alguns militares de alto escalão amigos de meu pai. Muitos vieram de longe e chegaram alguns dias antes, a casa fervilhava.
Depois dos devidos cumprimentos e de conversamos muito subi até a câmara para descansar, colocar as idéias em dia, desci logo após as duas horas da tarde para uma de minhas habituais caminhadas.   
E ao pé da escadaria conversando com seu pai, estava Louis André um dos generais das tropas francesas ao  qual eu nem dei muita importância o que o deixou intrigado, pois estava acostumado a ser adulado por muitas mulheres por causa de seu posto.  
Cumprimentei-o friamente o ilustre amigo de meu pai e saí o mais rápido que pude, pois não era muito dada a amizades, sendo muito reservada, não sabia dançar muito bem, mas as pessoas concluíam que não gostava de dançar, às vezes passava por uma pessoa fria e esnobe, o que obviamente não era verdade, pois sempre gostei de ajudar as pessoas. 
Quanto ao General Louis André, posso dizer que era um gigante em forma de um menino, alguém que venceu por seus próprios méritos, tinha uma coragem fora do comum, o espírito de um anjo guerreiro. 
Quanto a sua aparência nesta época tinha trinta anos, cabelos escuros encaracolados e naquele momento usava um traje militar de tirar o fôlego, um bonito rapaz eu diria.    
O dia se seguiu a noite chegou mansa e agradável, e  fui para o quarto me preparar para o baile e os festejos começaram. Os anfitriões da festa se colocam próximo a porta e recebem os convidados.    
Muitos foram os convites para dançar, mas sempre me recusava permanecendo ao lado de meu pai, pelo menos até Louis André me convidar para dançar. Aceitei prontamente, e olhando diretamente nos olhos dele senti como se já o conhecesse, e dançamos o resto do tempo juntos, pude ver o quanto estávamos felizes pelo modo como sorriamos despreocupadamente e isso era muito bom.   
Olhando para ele percebi naquele momento que tudo estaria diferente em algumas semanas, pois nos damos tão bem que todos sabiam onde isso nos levaria o que si confirmou nas semanas seguintes a festa, pois éramos vistos sempre juntos.   
O pedido de casamento foi formalizado e o casamento demorou um pouco para se realizar em função de seu posto Louis se ausentava por longos períodos e em meus olhos uma angustia devoradora.  
 Mas sempre que precisava dele, ele estava ao meu lado, para mim ele era o melhor, dos melhores, eu tinha orgulho dele pela calma diante da tempestade de fogo que enfrentava a cada dia, amava sua fúria ao falar, sua impetuosidade diante do inimigo e até a segurança como comandava os soldados, ele era o meu anjo guerreiro e para onde quer que eu fosse ele me cercava com seus cuidados.    
 E Louis freqüentemente enviava belos presentes, escrevia cartas o que  me confortava um pouco, pois mesmo sabendo da capacidade de comando, ainda sim temia que os deuses jogassem seus dados e recebesse o comunicado de sua morte. Para mim era como andar em uma corda bamba a qualquer momento podia sofrer uma terrível queda e essa queda silenciar meu mundo.    
  Eu costumava dizer a outras pessoas que me sentia uma egoísta, por querer que acontecesse tudo de mal aos que tentassem atacar o regimento de Louis, só para velo chegando, é como se desejasse ter as coisas ruins para as boas virem inclusas.   
  Eram meses e léguas de distancia, em alguns momentos o medo me tomava de assalto, lembrando que Louis estava em meio ao fogo, que as bolas de canhão bailavam por toda parte sem escolher alvo. Tantas foram às vezes que Gertrudes me socorreu nesses momentos de pânico, que cheguei perder a conta. Era como se o ar me faltasse não conseguia respirar  e precisava ser aparada por ela ate uma janela mais próxima!!!!  
      Por fora era tudo o que uma moça da época devia ser, diria um exemplo a ser seguido, mas por dentro aos poucos o medo de perder Louis me mudou, pois cada vez que ele partia para a batalha era como se fosse a ultima vez que o veria, parecia que pressentia algo.
   Casamos-nos por volta de ano 1801, em uma cerimônia rápida, pois Louis novamente teve de partir e se juntar as tropas, e para não me deixar sozinha fiquei sob os cuidados de meus familiares por um período juntamente com Gertrudes. 
  Cada dia que passava era como se fosse um século, foram meses de lenta agonia para mim, 
Até que seis meses depois ele consegue ser liberado e passa algumas semanas junto a mim, chegou ao silencio da noite, eu não conseguia dormir e fiquei junto à escada e foi quando o vi chegar. 
  Uma imagem que nunca vou esquecer Louis parou junto à escadaria imóvel um olhando para o outro como se não acreditássemos que havíamos nos reencontrado.      Mais uma vez Louis estava de volta o teria quem sabe por uns dias talvez algumas semanas, pois sabia que em breve seria voltaria ao seu regimento, o tempo passava tão rápido e a distancia calava tudo o que devia ser dito, e não podíamos passar muito tempo juntos.   
E nunca questionamos se devíamos continuar dessa forma, era o que ele era e essa essência não podia ser mudado.   
E mesmo assim costumava me dizer que eu nunca estaria sozinha, que se alguma vez pensasse em desistir de algo, me estenderia sua mão e não me deixaria cair, em momentos de incerteza me abraçava até a dor se ir!
Falava que deveríamos viver cada dia como se fosse o último, porque o amanhã podia simplesmente não chegar, se por algum motivo a esperança em algo se perdesse sabia que eu conseguiria continuar!    
 Deus como ele estava errado, nos encontramos por volta de 1808 -1809 e tivemos um filho que ele jamais conheceu, pois alguns meses após  ele foi ferido mortalmente.     
Vejo que algo o atingiu próximo ao abdômen dilacerando os membros inferiores no campo de batalha, e fechando meus olhos o vejo morrendo próximo a algo que parecem cortinas brancas!    
O que mais temia aconteceu, meu desespero foi tão intenso que ainda hoje sinto que estou caindo, mas agora não tenho ninguém para me segurar, e olhando para ele inerte fiquei acorrentada em minha própria tristeza, em meus olhos não mais a esperança de um amanhã.
 A doença da melancolia, pois era assim que chamávamos a depressão na época, se instalou para fazer morada e nunca foi embora, perdi o ombro amigo no qual podia chorar, evitava participar de qualquer evento, qualquer coisa que me fizesse lembrar dele. 
Lembro de uma ocasião em uma espécie de busto ou imagem de Louis seria inaugurado se é que posso chamar assim, e tive que ir até o maldito evento e ao retirar o véu que cobria a imagem fiquei parada olhando para ele e não pude conter as lagrimas!   
E como odiei Deus por  conseguir ver Louis apenas por imagens!
 Então lembro de ter pensado neles enquanto marchavam, será que eles sabiam o que estavam fazendo, queriam conquistar o mundo  dando murros em pontas cortantes, marchavam para um abismo só para ter uma estátua na praça e as pessoas se lembrarem deles!
    Mas do que me adiantava isso, do que que adiantava ele ser alguém, sera que ele sabia a dor que estava sentindo, eu achava que não, e dia após dia roguei a Deus que me enviasse a morte!
  O tempo que passamos juntos foi tão curto e ao mesmo tempo vivemos um amor intenso, puro sem agruras, éramos companheiros, amigos, um amparando o outro na adversidade, nele eu podia confiar!  
   Quando Louis me conheceu era uma pessoa segura de mim mesma, quando queria algo batalhava para alcançar, no entanto os acontecimentos me enfraqueceram a ponto de não me conhecer mais, sorria com naturalidade e agora minha alegria havia se transformado em trevas, minhas asas foram aniquiladas!    
  Dia após dia parava em frente a janela de meu quarto e mergulhava em meus pensamentos, numa quietude que assustava a todos, o médico da família não me dava sossego!
Aquela casa tinha muito de Louis, olhava seu rosto no quadro, as cartas como recordação, meu amor era uma vela que se apagou, as paredes do lugar pareciam desmoronar, tudo era muito difícil e não estava conseguindo lidar com tudo sozinha.
O que mais me torturava foi tudo o que não pude dizer, não consegui dizer adeus, então fechava os meus olhos e imaginava que ele ainda estava vivo  numa daquelas campanhas intermináveis, sentado próximo a uma fogueira se aquecendo do frio da noite, com o pensamento distante, os minutos mais pareciam séculos, será que ele podia ouvir o som dos tambores chamando os soldados para a batalha. 
Pois costumavam dizer que ao ouvir o som dos tambores até os mortos se erguiam para servir ao imperador!    
O som começava ao longe e ia se aproximando cada vez mais e mais, as palavras de encorajamento que ele dizia a seus soldados eu as ouvia também, o som dos estampidos das armas e dos canhões que me fizeram chorar, pois me lembravam o modo como ele partiu.   
O que ele sentia minutos antes do embate, eles faziam sua preces, sentiam medo, ou simplesmente punham em prática o que foram treinados para fazer!     
Então entendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Eles eram os melhores no que faziam, no entanto o que faziam era perigoso demais!
Sempre temi por ele, todos eram homens meninos no auge de sua juventude, cheios de vida determinados a provar seu valor no campo de batalha, mas muitos não estavam preparados para ver tudo que viam e principalmente morrer por uma causa, partiam sabendo que podiam não voltar pra casa.  
  Lembro do quanto Louis tinha orgulho de lutar por sua pátria e do quanto eu o admirava por isso, jamais pensava em derrota, se tivesse que fazer tudo novamente tenho certeza que o faria, pois a era um guerreiro notável. 
     Certa feita me disse que na hora do combate já não era possível pensar, apenas agir instintivamente, tudo era minuciosamente preparado antes, mas que na hora do enfrentamento muitas vezes fora necessário tomar frente e modificar os planos!   
    Cada lagrima que deixei cair ele soube como secar, com ele aprendi que a alma vale muito, aprendi o que é dignidade, e fiquei feliz por ajudar nos momentos em que ele precisou de mim!  
 E pensando no que leva o ser humano a seguir o caminho da glória ou da derrota, Louis costumava-me dizer que suas ações iriam ecoar por muitos séculos! 
Muito tempo depois de termos partido, as pessoas iriam ouvir e ver seus nomes, pois isso ficaria marcado no arco da historia.
  Certa vez ouvi uma frase num filme que cai muito bem nessa experiência vivida a mais de duzentos anos, e a frase é a seguinte:
Se um dia contarem minha história, que digam que eu andei com gigantes, que homens se levantam e caem como trigo de inverno, mas, esses nomes jamais perecerão.  “Que digam que eu vivi na época de Heitor, o domador de cavalos, que digam que eu vivi na época de Aquiles!
  E de certa forma Louis foi uma espécie de Aquiles das armas, não guardei qualquer recordação de seu funeral, mas lembro de estar próxima a ele inerte, já falecido enquanto grito desesperadamente.
Nessa época estou com apenas vinte e seis anos e depois desses acontecimentos simplesmente não sabia para onde ir, a vida parecia sem sentido, olhando para as coisas via tudo em preto e branco. Será que algum dia conseguiria reconstruir minha vida, e  em alguns momentos pensei em suicídio! 
Será que um dia estaria dançando e sorrindo novamente,todo dia o sol brilhava sobre sim,aquecendo meu rosto, mas, vivia indiferente a isso, num estado de luto permanente, decidida a não tentar novamente e ficar sozinha até o fim dos meus dias.
Aprendi que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.
 Então aos poucos fui me afastando de tudo, deixei muitos amigos para trás e parti do lugar onde morava para viver de maneira bem mais simples e não podia e nem queria ouvir falar do maldito sanguessuga que aos poucos ceifou a vida de Louis, pois mal se curava de um ferimento já tinha que voltar a guerra.
   Os anos foram se passando e ele foi perdendo os melhores homens em combate, e como tudo o tempo consome, consumiu o maldito em sua própria fúria e arrogância.  
     Como já previsto na época por alguns  amigos, o homem que tantas vidas ceifou, sofreu um grande e duro golpe e caiu diante dos generais do país gelado!    
    Não posso afirmar que senti alegria ou tristeza, apenas indiferença por um ser que desprezava a vida humana, quantas almas feridas, quantas cicatrizes permaneceram nos corações das mães, das esposas daqueles que perderam suas vidas na guerra.    
    Vivi mais alguns anos de maneira deprimente, vivendo sem querer estar viva, pois não tinha outra opção, não sei dizer quantos filhos tive, mas me lembro de um menino mais velho e da menina recém nascida, quando ele morreu. Eles cresceram fortes e sadios e me vejo partindo para o plano espiritual com mais ou menos cinqüenta anos! 
     E ao retornar ao plano espiritual descobri que retornei como uma suicida, não suicida propriamente dita, mas ainda sim suicida.  
 Contraí tantos distúrbios que o organismo não aguentou, e isso faz sentido porque tenho uma fobia incurável de qualquer tipo de verme. 
   E como dizem que os suicidas sentem a decomposição do corpo, então tudo isso faz muito sentido!    
      Nesse mesmo filme que foi citado acima:
    Briseida diz: -Todos os Deuses devem ser temidos e respeitados o que concordo em parte, acredito que não só os deuses mas a crença de cada pessoa!          
    E Aquiles responde: - “Eu tenho um segredo. É uma coisa que não ensinam no seu templo:
   - Os Deuses nos invejam, eles nos invejam porque somos mortais, porque qualquer momento pode ser nosso último,  tudo é mais bonito porque a morte nos espera. 
  - “Você nunca será mais encantadora do que é agora, nunca mais estaremos aqui”.   
    Em parte talvez seja verdade, mas que nunca mais voltaremos aqui isso é simplesmente uma mentira! Não com a experiência que vivi se dissesse ao contrario estaria retendo informações!  

   Quanto a mim com o tempo para me sentir um pouco mais forte procurei ajuda em uma casa espirita e comecei e estudar e sei que retornei ao plano espiritual como uma suicida e numa encarnação compulsória estou agora e ajudo pessoas com minha mediunidade e  Louis permanece do outro lado.
        Nos momentos difíceis está sempre ao meu lado.      Infelizmente depois de séculos reencarnando juntos, tive que voltar sozinha, às vezes  sinto que estou muito cansada de estar aqui, reprimida por todos os meus medos infantis.
 Os anos passam e a presença dele ainda permanece aqui, e essas feridas parecem não querer cicatrizar, essa dor é tão real, há tantas coisas que nem o  choque do renascimento pode apagar. 
Louis costumava me cativar por sua luz e agora estou limitada pela existência que ele deixou para traz.      
E de vez em quando eu fico solitária e sei que ele não está voltando fico cansada de me ouvir chorar e de lembrar que o melhor ficou pra trás,      então penso, é isso que sou? 
Sou a sombra de um passado? 
Como posso viver nas trevas pela metade, as vezes sinto que nem sou um ser humano, apenas algo abstrato pelo mundo a vagar.
E infelizmente sei que tenho que conviver com isso, não tenho escolha, mas Louis sempre será meu imortal, meu numero um.
Tenho uma estrada em minha frente e devo seguir por ela, defendendo sonhos, buscando o que me é necessário, mas sempre com aquele doce amargo em minha existência.     
 E enquanto cumpro o meu destino e faço minha jornada evolutiva rumo à eternidade, carrego comigo a lembrança de nós aqui dentro, o que é verdadeiro levamos conosco onde quer que estejamos.     
Porque nós simplesmente não dizemos adeus! 
Acredito que foi mais um, até breve!

                                                    
                       NA ATUALIDADE!


Hoje em dia sou médium e aprendi muito posso dizer que evolui e descobri que Louis após desencarnar foi parar em regiões trevosas da espiritualidade, onde com o tempo passou a comandar uma legião de espíritos  e a prestar serviços que não tinham a mesma glória de outrora. 
Durante o sono certa vez fui visitar seu tumulo o lugar me parecia ser uma cripta e atravessando uma linda porta azul celeste vi uma região da espiritualidade inferior onde eles ficavam.
Era um vasto campo de areia, uma piramide ao centro e corpos pelo chão, e um espirito em especial nessa ocasião mereceu minha especial atenção, o pobre homem jazia estirado no solo arenoso com uma flecha cravada em suas costas, e pedia ajuda o que me causou grande comoção, senti como se eles ainda estivessem num campo de batalha, e de longe eu podia ouvir o rufar dos tambores os chamando para o embate, som que naquele ambiente trevoso jamais cessou.
  E em 2002, numa mesa mediúnica ele apareceu, nesse dia as lembranças fizeram todo sentido para mim, de alguma maneira dois séculos depois ele conseguiu me encontrar, ele desencarnado envergando a mesma vestimenta daquela época, e eu encarnada, com uma mediunidade ostensiva, podia  vê-lo e sentir sua raiva, seu desequilíbrio, atacando sempre uma pessoa do meu circulo familiar, mas se sentindo bem ao meu lado e a reciproca era verdadeira!
 E aí começou mais uma dura e árdua batalha juntamente com meus amigos do Casa espirita, a qual frequento atualmente, tentamos por incontáveis vezes conduzi-lo ao tratamento, o que era recusado de imediato, algumas vezes até ia com os benfeitores espirituais mas no dia seguinte sabia e sentia que ele estava de volta. 
 Ele não queria ir, e eu precisava deixa-lo partir mais uma vez para o seu próprio bem estar, mas se eu dissesse que era isso que eu queria estaria mentindo.
 Então percebi que talvez não tivesse forças o suficiente para deixa-lo ir e entender que aquele passado estava morto para que nós pudéssemos continuar na jornada evolutiva!
 E nessa luta se passaram dez anos até ele finalmente aceitar ajuda, afirmo que fiquei feliz por ele ficar bem, mas triste por mais uma vez vê-lo indo embora, sim chorei, fiquei mal por alguns dias, sentia como se estivesse em luto pela perda de uma pessoa tão amada pela segunda vez! 
Mas desta vez encaro mais como se ele estivesse numa daquelas  viagens intermináveis, da época em que vivemos!
  Sei que quando precisar do seu sorriso, da sua alegria preciso apenas fechar meus olhos para vê-lo, e quando as coisas ao meu redor trouxerem lagrimas ao meus olhos, e tudo o que me cercar forem mentiras e desilusões, ele será minha força, minha esperança em dias melhores, mantendo minha fé, Louis é  o único a quem posso chamar pois ele sempre foi e sempre será meu anjo de luz, incrível mas sinto que em você encontro paz !


E essas são minhas lembranças de uma vida passada!
E que cada um julgue como melhor achar, mas apenas digo a verdade!

E que a Paz e a Luz dos Bons espíritos nos acompanhe!






Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

Regressão Intra-Uterina. (RELATO)

Caso de Regressão Intra-Uterina.
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No período gestacional ou intra-uterino o bebê fica totalmente ligado à mãe sentindo suas emoções e pensamentos nos primeiros meses; ainda não é capaz de distinguir suas emoções das de sua mãe. É por isso muitos comportamentos são originados na gravidez e desencandeiam atitudes posteriores.
Antônia, 29 anos, estudante, queixa-se muito de ser uma pessoa insegura em relação a sua própia vida e suas escolhas e tinha dificuldade de se relacionar com a mãe, dizia que ela sempre a fazia sentir-se inferior a suas irmãs e por isso guardava uma mágoa em relação a isso não sentindo-se suficientemente boa em nenhuma àrea da sua vida pela falta de aprovação da mãe.
Em regressão voltou ao ventre materno se sentindo muito amada e protegida, escutava sua mãe lhe contando histórias e o tempo todo conversando com ela, dizia que a amava muito, que estava ansiosa pra recebe-la, mas fazia planos sobre como ela devia ser, agir e pensar, criava uma realidade em seus diálogos que faziam o bebê sentir–se sobrecarregado, inseguro e com medo de não corresponder às expectativas da mãe.
Na vida adulta esta situação trouxe problemas para a relação das duas porque a paciente desenvolveu uma imensa frustação em relação a sua genitora porque não foi nem de perto a pessoa que a sua mãe imaginou que seria o que não significa que seja uma pessoa ruim, apenas é diferente da filha que a genitora criou em sua visão.
Após a sessão as coisas melhoraram porque a paciente passou a entender que não deveria tentar ser o que não era pra agradar sua mãe, pois isso lhe causava grande sofrimento trazendo–lhe insegurança.

Medo de aranhas RELATO DE REGRESSAO ASTRAL


CASOS de REGRESSAO

 

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Caso de Fobia.
Carla 43 anos, casada, possuía um medo incontrolável e um tanto irracional  de aranhas, não era capaz de ver imagens ou algo que se assemelha-se a elas, porque (automaticamente) passava a sentir enjoô, tontura, aumento de batimentos cardíacos associados a uma  sensação de angústia e desepero, sentia como se fosse desmaiar quando encontrava alguma em seu caminho.
Não se lembra exatamente quando passou a sentir tamanho desconforto nem mesmo se recorda de ter sido mordida por alguma.
Em sua regressão vivenciou uma vida onde foi um beduíno que tinha de levar uma mensagem secreta pelo deserto. Ele estava a caminho de uma pirâmide e no percurso caiu em um buraco que revelou uma passagem secreta onde viu uma parede com uma aranha de ouro entalhada, no intuíto de descobrir o que existia por lá apertou a figura e no minuto seguite cairam aranhas venenosas por todo o lugar cobrindo seu corpo lhe causando uma morte lenta e dolorosa.
Após a sessão a paciente relatou que desapareceram por completo os sintomas e já era capaz de estar em contato com alguma sem sentir-se mal, descobriu também por que durante sua vida nunca foi uma pessoa curiosa já que a experiência passada serviu como aprendizado para trabalhar o sentimento de curiosidade.
A situação dolorosa no momento da morte ficou registrada em seu inconsciente desencadeando na vida atual a fobia por aranhas.

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