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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Vícios - Dependências Visão Espírita

Não entendemos o vício como sendo um problema de criminalidade, mas como um problema de desequilíbrio nosso, diante das leis da vida. E isto não apenas no terreno em que o vício é mais claramente examinado.

Por exemplo: se falamos demasiadamente, estamos viciados no verbalismo excessivo e infrutífero. Se bebemos café excessivamente, estamos destruindo também as possibilidades do nosso corpo nos servir. Quando falamos a palavra vício, habitualmente logo nos recordamos do sexo.
Mas do sexo herdamos nossa mãe, nosso pai, lar, irmãos, a bênção da família. Tudo isto recebemos através do sexo. No entanto, quando falamos em vício, lembramo-nos do fogo do sexo e o tóxico... Mas tóxico é outro problema para nossos irmãos que se enfraqueceram diante da vida, que procuram uma fuga. Não são criminosos. São criaturas carentes de mais proteção, de mais amor. Porque se os nossos companheiros enveredaram pelo caminho do tóxico, eles procuraram esquecer algo. E esse algo são eles mesmos.
Então, precisávamos, talvez, reformular nossas concepções sobre o vício.
Há pouco tempo, perguntamos ao espírito de Emmanuel como é que ele definia um criminoso.
Ele nos disse: "O criminoso é sempre um doente, mas se ele for culpado, só deve receber esse nome depois de examinado por três médicos e três juízes".


Vícios!


 "Doutrina Espírita oferece-nos subsídios valiosos para refrearmos os nossos vícios. Primeiramente, diz-nos que, na atualidade, a nossa virtude é o desenvolvimento intelectual; nosso vício é a indiferença moral. Aponta o egoísmo como o mais radical dos vícios, pois dele deriva todo o mal. Na pergunta 913 de O Livro dos Espíritos, destaquemos a frase: “Quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo, porque é incompatível com a justiça, o amor e a caridade: ele neutraliza todas as outras qualidades”.


Embora o Espiritismo seja uma doutrina reencarnacionista e ensine o princípio das múltiplas encarnações do Espírito, não se pratica - como terapêutica espírita - nenhuma técnica que vise conduzir alguém a reviver momentos de suas existências pregressas (para maiores informações, consultar o artigo "Considerações sobre a Regressão e Terapia de Vidas Passadas", neste site). Portanto, não compete à Doutrina Espírita indicar este procedimento. No entanto, não nos abstemos de oferecer alguns apontamentos sobre os vícios, sob as luzes do Espiritismo, uma vez que o esclarecimento pode cooperar com as terapêuticas convencionais para a superação dos mesmos.

O vício pode ser entendido como o impulso na busca de satisfação através de substâncias que atuam no organismo, em especial nos processos neuropsíquicos, ao ponto de provocar alterações caracterizadas por estados de euforia, autoconfiança, sensações de prazer, entre outros.
Do ponto de vista espiritual, os vícios resultam em processos complexos registrados no perispírito, repercutindo significativamente física, psíquica e espiritualmente na vida material atual, na vida espiritual futura, logo após a morte do corpo físico, bem como em encarnações posteriores, sendo uma das razões de possíveis doenças cármicas.
No livro 'Joana de Angelis Responde', a veneranda benfeitora esclarece que, por traz dos vícios, "além das conjunturas meramente psicofisiológicas, merece considerar-se que, em toda dependência viciosa, há sempre uma lancinante força obsessiva, mediante a qual seres pervertidos e viciados que viveram na Terra e se equivocaram, por processo natural de sintonia, imantam-se às criaturas humanas, às vezes sendo a causa do mal, e em circunstâncias outras - o que é mais comum - dependentes também da falsa necessidade de que padece o homem" (questão 14, psicografia de Divaldo Franco). Não raro, pois, o viciado sofre a atuação de entidades espirituais que, sintonizados através dos pensamentos, incentivam a manutenção do vício, dificultando os esforços de recuperação.
Nestes casos, necessário indicar o tratamento espiritual, que deve ser realizado paralelamente ao tratamento convencional. Acresça-se os recursos do passe magnético, da água fluidificada e da desobsessão, sempre que necessária. Abordando esse tema, André Luiz afirma que "a medicina inventará mil modos de auxiliar o corpo atingido em seu equilíbrio interno; por essa tarefa edificante, ela nos merecerá sempre sincera admiração e amor, entretanto, cumpre a nós outros praticar a medicina da alma, que ampare o espírito enleado nas sombras" (do livro 'No Mundo Maior', psicografia de Chico Xavier). E continua em seguida: "é mister acender, em derredor de nossos irmãos encarnados na Terra, a luz da compaixão fraterna, traçando caminhos à responsabilidade individual. Haja mais amor ante os vales da demência do instinto e as derrocadas cederão lugar a experiências santificantes".
No entanto, precisamos estar atentos também aos vícios morais. Questionados por Allan Kardec sobre o maior obstáculo ao progresso, os Espíritos Superiores foram enfáticos: "o orgulho e o egoísmo"(questão 785 de 'O Livro dos Espíritos'). Mais à frente, incitam-nos a estudar todos os vícios, pois que, como resultado, veremos que "no fundo de todos há egoísmo (...) Daí deriva todo mal" (questão 913 de 'O Livro dos Espíritos'). O ciúme, a inveja, a vaidade, a cupidez, o personalismo são, em última instância, conseqüência de nosso orgulho e egoísmo. Estas são as duas principais chagas da sociedade, que somente poderão ser vencidas quando os valores morais se sobrepuserem aos interesses materiais.
Portanto, estejamos atentos e permitamos que o Espiritismo transforme nossos hábitos, usos e relações sociais. E lembremos o alerta de Kardec à questão 917 de 'O Livro dos Espíritos': "O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro".


                        Drogas!


Um dos problemas mais graves da sociedade humana, na atualidade, é o consumo indiscriminado, e cada vez mais crescente, das drogas, por parte não só dos adultos, mas também dos jovens e, lamentavelmente, até das crianças, principalmente nos centros urbanos das grandes cidades.
A situação é tão preocupante, que cientistas de várias partes do Planeta, reunidos, chegaram à seguinte conclusão: "Os viciados em drogas de hoje podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombras sobre os seus filhos e netos ainda não nascidos."
Diante de tal flagelo e de suas terríveis conseqüências, não poderia o Espiritismo, Doutrina comprometida com o crescimento integral da criatura humana na sua dimensão espírito-matéria, deixar de se associar àqueles segmentos da sociedade que trabalham pela preservação da vida e dos seus ideais superiores, em seus esforços de erradicação de tão terrível ameaça.
O efeito destruidor das drogas é tão intenso que extrapola os limites do organismo físico da criatura humana, alcançando e comprometendo, substancialmente, o equilíbrio e a própria saúde do seu corpo perispiritual. Tal situação, somada àquelas de natureza fisiológica, psíquica e espiritual, principalmente as relacionadas com as vinculações a entidades desencarnadas em desalinho, respondem, indubitavelmente, pelos sofrimentos, enfermidades e desajustes emocionais e sociais a que vemos submetidos os viciados em drogas.
Em instantes tão preocupantes da caminhada evolutiva do ser humano em nosso planeta, cabe a nós, espíritas, não só difundir as informações antidrogas que nos chegam do plano espiritual benfeitor que nos assiste, mas, acima de tudo, atender aos apelos velados que esses amigos espirituais nos enviam, com seus informes e relatos contrários ao uso indiscriminado das drogas, no sentido de envidarmos esforços mais concentrados e específicos no combate às drogas, quer no seu aspecto preventivo, quer no de assistência aos já atingidos pelo mal.




 A Ação das Drogas no Perispírito

Revela-nos a ciência médica que a droga, ao penetrar no organismo físico do viciado, atinge o aparelho circulatório, o sangue, o sistema respiratório, o cérebro e as células, principalmente as neuroniais.
Na obra "Missionários da Luz" - André Luiz ( pág. 221 - Edição FEB), lemos: "O corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. O sangue é elemento básico de equilíbrio do corpo perispiritual." Em "Evolução em dois Mundos", o mesmo autor espiritual revela-nos que os neurônios guardam relação íntima com o perispírito.
Comparando as informações dessas obras com as da ciência médica, conclui-se que a agressão das drogas ao sangue e às células neuroniais também refletirá nas regiões correlatas do corpo perispiritual, em forma de lesões e deformações consideráveis que, em alguns casos, podem chegar até a comprometer a própria aparência humana do perispírito. Tal violência concorre até mesmo para o surgimento de um acentuado desequilíbrio do Espírito, uma vez que "o perispírito funciona, em relação a esse, como uma espécie de filtro na dosagem e adaptação das energias espirituais junto ao corpo físico e vice-versa.
Por vezes o consumo das drogas se faz tão excessivo, que as energias, oriundas do perispírito para o corpo físico, são bloqueadas no seu curso e retornam aos centros de força.



A Ação dos Espíritos Inferiores Junto ao Viciado
Esta ação pode ser percebida através das alterações no comportamento do viciado, dos danos adicionais ao seu organismo perispiritual, já tão agredido pelas drogas, e das conseqüências futuras e penosas que experimentará quando estiver na condição de espírito desencarnado, vinculado a regiões espirituais inferiores.
Sabemos que, após a desencarnação, o Espírito guarda, por certo tempo, que pode ser longo ou curto, seus condicionamentos, tendências e vícios de encarnado. O Espírito de um viciado em drogas, por exemplo, em face do estado de dependência a que ainda se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga. Somente a forma de satisfazer seu desejo é que varia, já que a condição de desencarnado não lhe permite proceder como quando na carne. Como Espírito precisará vincular-se à mente de um viciado, de início, para transmitir-lhe seus anseios de consumo da droga, posteriormente, para saciar sua necessidade, valendo-se para tal do recurso da vampirização das emanações tóxicas impregnadas no perispírito do viciado, ou da inalação dessas mesmas emanações quando a droga estiver sendo consumida.

 "O Espírito de um viciado em drogas, em face do estado de dependência a que se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga."
Essa sobrecarga mental, indevida, afeta tão seriamente o cérebro, a ponto de ter suas funções alteradas, com conseqüente queda no rendimento físico, intelectual e emocional do viciado. Segundo Emmanuel, "o viciado, ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daquelas, tornando-se enfermiço, triste, grosseiro, infeliz, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos".



Contribuição do Centro Espírita no trabalho antidrogas desenvolvido pelos Benfeitores Espirituais


A Casa Espírita, como Pronto-Socorro espiritual, muito pode contribuir com os Espíritos Superiores, no trabalho de prevenção e auxílio às vítimas das drogas nos dois lados da vida.
Com certeza, essa contribuição poderia ocorrer através de medidas que, no dia-a-dia da Instituição, ensejassem:
  1. Um incentivo cada vez mais constante às atividades de evangelização da infância e da juventude, principalmente com sua implantação, caso a Instituição ainda não tenha implantado.
  2. Estimular seus freqüentadores, em particular a família do viciado em tratamento, à prática do Evangelho no Lar. Essas pequenas reuniões, quando realizadas com o devido envolvimento e sinceridade de propósitos, são fontes sublimes de socorro às entidades sofredoras, além, naturalmente, de concorrer para o estreitamento dos laços afetivos familiares, o que decerto estimulará o viciado, por exemplo, a perseverar no seu propósito de libertar-se das drogas ou a dar o primeiro passo nesse sentido.
  3. Preparar devidamente seu corpo mediúnico para o sublime exercício da mediunidade com Jesus, condição essencial ao socorro às vítimas das drogas, até mesmos as desencarnadas.
  4. No diálogo fraterno com o viciado e seus familiares, sejam-lhes colocados à disposição os recursos socorristas do tratamento espiritual: passe, desobsessão, água fluidificada e reforma íntima.
  5. Criar, no trabalho assistencial da Casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, como fundamentação doutrinária, ao viciado e a seus familiares.

Conclusão

Diante dos fatos e dos acontecimentos que estão a envolver a criatura humana, enredada no vício das drogas, geradoras de tantas misérias morais, sociais, suicídios e loucuras, nós, espíritas, não podemos deixar de considerar essa realidade, nem tampouco deixar de concorrer para a erradicação desse terrível flagelo que hoje assola a Humanidade. Nesse sentido, urge que intensifiquemos e aprimoremos cada vez mais as ações de ordem preventiva e terapêutica, já em curso em nossas Instituições, e que, também, criemos outros mecanismos de ação mais específicos nesse campo, sempre em sintonia com os ensinamentos do Espiritismo e seu propósito de bem concorrer para a ascensão espiritual da criatura humana às faixas superiores da vida.

Seu comentário é muito importante para mim!



segunda-feira, 8 de maio de 2017

A Doença como um caminho de aprendizagem da alma

A Doença como um caminho de aprendizagem da alma


Eu já escrevi aqui vários temas sobre esse assunto. 
Minha mãe sofreu de uma doença rara e paralizante por quase uma década. Aprendi muito sobre energização e chacras para tentar ajudá-la mas eu somente conseguia energizá-la um pouco, nunca consegui diminuir ou extinguir a doença. 

Muito tempo depois, percebi que havia uma causa para tudo aquilo e avisei a ela, que era um mecanismo de aprendizado. Ela deveria aprender algo muito importante com aquilo, era a chave mestra para tudo, e até quem sabe, a cura afinal.
Mas turrona e mesquinha, infelizmente ela escolheu outro caminho. Hoje sei que no plano espiritual esta está em uma fase de reavaliação de seus atos de sua última vida e os mecanismos que desencadearam tudo isso.

Já comentei aqui também a luta impressionante do nosso ex- vice Presidente, José Alencar. Com uma força incrível, maturidade e confiança, Alencar faleceu mas deixou um exemplo imenso, uma força uma inspiração de vida, que com certeza marcou a todos nós.

Infelizmente, muitas pessoas acham que as doenças simplesmente se instalam para fazer-nos sofrer, porque Deus quis, ou por ressentimentos guardados etc. 
Com o avanço da medicina humana e os exames de diagnóstico precoce, é cada vez mais cedo e mais comum uma pessoa hoje ter o diagnóstico de câncer. 
Todos os dias recebemos notícias pelas mídias de informação de pessoas de vida pública enfrentando este mal. 
Muitos vencem, muitos não.


Depois de muito observar e atuar na área médica, entendo que a doença é um caminho. Pode unir ou desunir pessoas, pode elevar ou destruir famílias. Depende de tanta coisa. O importante, eu acho, é que tem que enfrentar a situação de frente, de peito aberto e se permitir a ajuda da família e de pessoas próximas. 

A morte é tão certa quanto os impostos que pagamos, ninguém quer morrer, mas em vez de pensar nisso, por que não viver melhor? Porque não aproveitar mais a vida? Porque não ser mais generoso com o seu próximo?

Fiquei impressionada com este depoimento do Reynaldo Gianecchini. 
Ele enfrente um câncer de linfoma e rapidamente "pegou o espírito da coisa". Quem me dera se todo mundo que tem uma doença rara ou debilitante, encara-se de forma tão madura o problema. 

Parabéns, Giane, vc está no caminho certo!! Parabéns por nos dar este belíssimo exemplo!!!
Veja aqui o depoimento de Giane, é imperdível!!!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

MICROCEFALIA,VISÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA.

Os diversos casos de microcefalia que está ocorrendo por todo o Brasil, e com mais intensidade no Nordeste, e os números cada vez mais aumentando. Nos faz indagar: por que isto está acontecendo?

Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças, chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não se pode atribuir ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.

Há casos também em que esses espíritos reencarnam com este problema para ajudar os familiares a desenvolverem boas qualidades, a terem mais paciência, para desenvolver o cuidado pelo próximo, a compaixão, a generosidade...

O Espiritismo nos esclarece que estamos num mundo de efeitos, de consequências, onde percebemos que na reencarnação encontra-se o “por que” para compreendermos o que está ocorrendo, as causas e as consequências.

Nas questões 132 e 133 de O Livro dos Espíritos, encontramos os seguintes esclarecimentos: Que Deus impõe a encarnação com o objetivo de fazer os espíritos chegarem a perfeição. Para alguns a encarnação é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação. (...)
Todos nós necessitamos de reencarnarmos, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes; instruímo-nos nas lutas e nas tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não poderia fazer a alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. Os espíritos que seguem o caminho do bem alcançam mais depressa o objetivo. Aliás, as dificuldades da vida, frequentemente, são consequências da imperfeição do espírito; quanto menos tenham de imperfeição, menos tem de tormentos. (...)

Estamos vivenciando um momento crucial no progresso do planeta Terra, e no nós progresso. Esta é a encarnação que melhor nos preparamos através das outras encarnações. É a grande chance e a grande oportunidade para nos tornamos indivíduos melhores. E para esses espíritos que nasceram com o corpo físico com microcefalia é uma grande oportunidade de reajuste de dividas passadas, é uma reencanação impar para eles, mesmo que seja por breve instantes, ou pela experiência de passar por isso, ou que vivam por anos; tanto para eles como para os familiares .

Sabemos que a Terra está passando pela mudança de uma Era para outra, deixando o mundo de Provas e Expiações para o mundo de Regeneração. Tudo que estamos vivenciando seja desencarnes coletivos, seja reencarnações de resgate coletivo, é para acelerar o processo de quitação de divida do mundo em estagio de Provas e Expiações, pois não se pode chegar um novo estagio moral na Terra com as dividas e os sofrimentos atuais. Só irão ficar na Terra os espíritos que assumirem o compromisso com o bem, espíritos com a moral adequada para habitar o mundo em estagio evolutivo de Regeneração. Por isso que as dividas tem que serem pagas, e por isso que está havendo esse aceleramento para o pagamento dos débitos desses espíritos, e tudo isso acontecendo por meio da Lei de Causa e Efeito, da ação e da reação.

Assim, os débitos de vidas anteriores que tal espírito contraiu e acarretou tal deficiência, é sanado com essa atitude de encarnar com a microcefalia. Décadas atrás a incidência de casos de deficiência física era muito grande, e se apresentando de diversas formas as deficiências físicas, atualmente os espíritos estão nascendo com doenças emocionais, psíquicas, é a mente que está sofrendo atualmente. Tendo diminuído os casos de deficiência física, pois os espíritos que precisavam passar por tais circunstancias já terem quitado tal divida, contraída por erros em vidas passadas. É por isso que esta é a grande chance, quem sabe uma das ultimas chamadas para esses espíritos quitarem suas dividas e a dos seus familiares por meio da microcefalia.

Deus sempre Escreve Certo e Seu Amor e Justiça nunca falham. Temos que entender que os espíritos desses bebês, são espíritos que já viveram muitas outras vidas, com erros e acertos. Os aspectos espiritual por trás desta situação é que são espíritos que precisam passar pela experiência da microcefalia, é como se fosse um processo de cura para os dificuldades espirituais desses espíritos.

Que as mães não aborte esses bebês de forma alguma, porque se houver um caso na família de microcefalia é porque a família necessita desta experiência para desenvolver boas qualidades. Porque se haver de nascer na família um bebê com alguma deficiência física é necessidade da família e do bebê. A família tem que se doar, porque tudo tem uma razão de ser. É a Justiça Divina atuando, mesmo que não compreendemos atualmente, para que alcancemos a luz.

Que as mães, os pais e os familiares agradeçam a Deus por esta oportunidade bendita, por receber estes espíritos sofredores, que vão precisar dos seus pais, responsáveis, familiares, de todo o amor, carinho, da servidão, para se dedicarem a estes espíritos, dando condição a eles de cura para o espírito, através desta oportunidade. Quando servimos crescemos. É um crescimento mútuo, para os pais e para o filho, muitos casos podem ser resgates de dividas dos pais com os filhos de outras vidas, outros casos os bebês podem assim nascer para sensibilizar os pais e familiares, e outros podem ser a necessidade do espírito de nascer desta forma e os pais os acolherem para o ajudar, sem os pais terem cometido erros com eles no passado, isto estabelecido no plano reencarnatório antes dos pais e filhos nascerem.

Que esses casos sirvam para a sociedade em geral, para sensibilizar-nos e nos voltarmos mais para o bem, para o amor, para a caridade... Uma nova era está chegando, e temos que cada dia sermos pessoas melhores. O tempo urge, e os trabalhos estão sendo acelerados. Colhemos o que plantamos isto através dos séculos, isto é a lei de causa e efeito, ação e reação. Mas, sobretudo, confiemos em Deus Pai. E nos ensinos de Mestre Jesus, pois Ele afirmou: “Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá.”

“Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano.“ (Romanos 8:28)

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