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quinta-feira, 22 de junho de 2017

o tigre e a arvore

há sabedoria. Aquele que tem entendimento, 

calcule o número 


E eis que Ela foi enganada tirada em seu prazer !!
Levada a um Prédio muito ...muito alto
a espera do elevador que a levaria a maior parcela de prazer .
Adentrou sozinha no elevador pois suas companhias que em tanto depositava confiança a abandou sozinha para que subisse o elevador e saíram em alta zombaria
O elevador subiu muito alto porem não tão alto quanto sua capacidade .
então ouve -si a voz metálica do elevador 
``VOCÊ TEM CORAGEM E FORÇA PARA ENCARAR 3 LEÕES ?"
Em desespero a mulher tenta inultimente a apertar os botoes que levaria o elevador de volta a seu grau mais abaixo, não funciona ..
tenta com todas as forcas segura a porta do elevador que o que a protege da fúria dos 3 leões inutilmente .
as portas vão ão chão .. e aparece um grande TIGRE deitado atras das grades e fora da grades uma grande árvore 
O Tigre olha a mulher e a árvore e ela vê mentalmente a imagem de pessoas que subia a árvore para si protege do tigre, porem o Tigre comia suas pernas e assim o tigre sobrevivia comendo pernas de enganados.
a mulher compreendeu que foi enganada por suas companhias e dali saiu desesperada correndo
encontrou uma casa ão lado do prédio e pediu ajuda e contou o ocorrido ão seus moradores que fingiram surpresa pois na verdade eles já sabiam que naquele prédio vivia um tigre que si alimentava das pernas dos enganados 
e volta a mulher a novamente a presença do tigre 

cabritabrit 
22/06/2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Vícios - Dependências Visão Espírita

Não entendemos o vício como sendo um problema de criminalidade, mas como um problema de desequilíbrio nosso, diante das leis da vida. E isto não apenas no terreno em que o vício é mais claramente examinado.

Por exemplo: se falamos demasiadamente, estamos viciados no verbalismo excessivo e infrutífero. Se bebemos café excessivamente, estamos destruindo também as possibilidades do nosso corpo nos servir. Quando falamos a palavra vício, habitualmente logo nos recordamos do sexo.
Mas do sexo herdamos nossa mãe, nosso pai, lar, irmãos, a bênção da família. Tudo isto recebemos através do sexo. No entanto, quando falamos em vício, lembramo-nos do fogo do sexo e o tóxico... Mas tóxico é outro problema para nossos irmãos que se enfraqueceram diante da vida, que procuram uma fuga. Não são criminosos. São criaturas carentes de mais proteção, de mais amor. Porque se os nossos companheiros enveredaram pelo caminho do tóxico, eles procuraram esquecer algo. E esse algo são eles mesmos.
Então, precisávamos, talvez, reformular nossas concepções sobre o vício.
Há pouco tempo, perguntamos ao espírito de Emmanuel como é que ele definia um criminoso.
Ele nos disse: "O criminoso é sempre um doente, mas se ele for culpado, só deve receber esse nome depois de examinado por três médicos e três juízes".


Vícios!


 "Doutrina Espírita oferece-nos subsídios valiosos para refrearmos os nossos vícios. Primeiramente, diz-nos que, na atualidade, a nossa virtude é o desenvolvimento intelectual; nosso vício é a indiferença moral. Aponta o egoísmo como o mais radical dos vícios, pois dele deriva todo o mal. Na pergunta 913 de O Livro dos Espíritos, destaquemos a frase: “Quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo, porque é incompatível com a justiça, o amor e a caridade: ele neutraliza todas as outras qualidades”.


Embora o Espiritismo seja uma doutrina reencarnacionista e ensine o princípio das múltiplas encarnações do Espírito, não se pratica - como terapêutica espírita - nenhuma técnica que vise conduzir alguém a reviver momentos de suas existências pregressas (para maiores informações, consultar o artigo "Considerações sobre a Regressão e Terapia de Vidas Passadas", neste site). Portanto, não compete à Doutrina Espírita indicar este procedimento. No entanto, não nos abstemos de oferecer alguns apontamentos sobre os vícios, sob as luzes do Espiritismo, uma vez que o esclarecimento pode cooperar com as terapêuticas convencionais para a superação dos mesmos.

O vício pode ser entendido como o impulso na busca de satisfação através de substâncias que atuam no organismo, em especial nos processos neuropsíquicos, ao ponto de provocar alterações caracterizadas por estados de euforia, autoconfiança, sensações de prazer, entre outros.
Do ponto de vista espiritual, os vícios resultam em processos complexos registrados no perispírito, repercutindo significativamente física, psíquica e espiritualmente na vida material atual, na vida espiritual futura, logo após a morte do corpo físico, bem como em encarnações posteriores, sendo uma das razões de possíveis doenças cármicas.
No livro 'Joana de Angelis Responde', a veneranda benfeitora esclarece que, por traz dos vícios, "além das conjunturas meramente psicofisiológicas, merece considerar-se que, em toda dependência viciosa, há sempre uma lancinante força obsessiva, mediante a qual seres pervertidos e viciados que viveram na Terra e se equivocaram, por processo natural de sintonia, imantam-se às criaturas humanas, às vezes sendo a causa do mal, e em circunstâncias outras - o que é mais comum - dependentes também da falsa necessidade de que padece o homem" (questão 14, psicografia de Divaldo Franco). Não raro, pois, o viciado sofre a atuação de entidades espirituais que, sintonizados através dos pensamentos, incentivam a manutenção do vício, dificultando os esforços de recuperação.
Nestes casos, necessário indicar o tratamento espiritual, que deve ser realizado paralelamente ao tratamento convencional. Acresça-se os recursos do passe magnético, da água fluidificada e da desobsessão, sempre que necessária. Abordando esse tema, André Luiz afirma que "a medicina inventará mil modos de auxiliar o corpo atingido em seu equilíbrio interno; por essa tarefa edificante, ela nos merecerá sempre sincera admiração e amor, entretanto, cumpre a nós outros praticar a medicina da alma, que ampare o espírito enleado nas sombras" (do livro 'No Mundo Maior', psicografia de Chico Xavier). E continua em seguida: "é mister acender, em derredor de nossos irmãos encarnados na Terra, a luz da compaixão fraterna, traçando caminhos à responsabilidade individual. Haja mais amor ante os vales da demência do instinto e as derrocadas cederão lugar a experiências santificantes".
No entanto, precisamos estar atentos também aos vícios morais. Questionados por Allan Kardec sobre o maior obstáculo ao progresso, os Espíritos Superiores foram enfáticos: "o orgulho e o egoísmo"(questão 785 de 'O Livro dos Espíritos'). Mais à frente, incitam-nos a estudar todos os vícios, pois que, como resultado, veremos que "no fundo de todos há egoísmo (...) Daí deriva todo mal" (questão 913 de 'O Livro dos Espíritos'). O ciúme, a inveja, a vaidade, a cupidez, o personalismo são, em última instância, conseqüência de nosso orgulho e egoísmo. Estas são as duas principais chagas da sociedade, que somente poderão ser vencidas quando os valores morais se sobrepuserem aos interesses materiais.
Portanto, estejamos atentos e permitamos que o Espiritismo transforme nossos hábitos, usos e relações sociais. E lembremos o alerta de Kardec à questão 917 de 'O Livro dos Espíritos': "O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro".


                        Drogas!


Um dos problemas mais graves da sociedade humana, na atualidade, é o consumo indiscriminado, e cada vez mais crescente, das drogas, por parte não só dos adultos, mas também dos jovens e, lamentavelmente, até das crianças, principalmente nos centros urbanos das grandes cidades.
A situação é tão preocupante, que cientistas de várias partes do Planeta, reunidos, chegaram à seguinte conclusão: "Os viciados em drogas de hoje podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombras sobre os seus filhos e netos ainda não nascidos."
Diante de tal flagelo e de suas terríveis conseqüências, não poderia o Espiritismo, Doutrina comprometida com o crescimento integral da criatura humana na sua dimensão espírito-matéria, deixar de se associar àqueles segmentos da sociedade que trabalham pela preservação da vida e dos seus ideais superiores, em seus esforços de erradicação de tão terrível ameaça.
O efeito destruidor das drogas é tão intenso que extrapola os limites do organismo físico da criatura humana, alcançando e comprometendo, substancialmente, o equilíbrio e a própria saúde do seu corpo perispiritual. Tal situação, somada àquelas de natureza fisiológica, psíquica e espiritual, principalmente as relacionadas com as vinculações a entidades desencarnadas em desalinho, respondem, indubitavelmente, pelos sofrimentos, enfermidades e desajustes emocionais e sociais a que vemos submetidos os viciados em drogas.
Em instantes tão preocupantes da caminhada evolutiva do ser humano em nosso planeta, cabe a nós, espíritas, não só difundir as informações antidrogas que nos chegam do plano espiritual benfeitor que nos assiste, mas, acima de tudo, atender aos apelos velados que esses amigos espirituais nos enviam, com seus informes e relatos contrários ao uso indiscriminado das drogas, no sentido de envidarmos esforços mais concentrados e específicos no combate às drogas, quer no seu aspecto preventivo, quer no de assistência aos já atingidos pelo mal.




 A Ação das Drogas no Perispírito

Revela-nos a ciência médica que a droga, ao penetrar no organismo físico do viciado, atinge o aparelho circulatório, o sangue, o sistema respiratório, o cérebro e as células, principalmente as neuroniais.
Na obra "Missionários da Luz" - André Luiz ( pág. 221 - Edição FEB), lemos: "O corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. O sangue é elemento básico de equilíbrio do corpo perispiritual." Em "Evolução em dois Mundos", o mesmo autor espiritual revela-nos que os neurônios guardam relação íntima com o perispírito.
Comparando as informações dessas obras com as da ciência médica, conclui-se que a agressão das drogas ao sangue e às células neuroniais também refletirá nas regiões correlatas do corpo perispiritual, em forma de lesões e deformações consideráveis que, em alguns casos, podem chegar até a comprometer a própria aparência humana do perispírito. Tal violência concorre até mesmo para o surgimento de um acentuado desequilíbrio do Espírito, uma vez que "o perispírito funciona, em relação a esse, como uma espécie de filtro na dosagem e adaptação das energias espirituais junto ao corpo físico e vice-versa.
Por vezes o consumo das drogas se faz tão excessivo, que as energias, oriundas do perispírito para o corpo físico, são bloqueadas no seu curso e retornam aos centros de força.



A Ação dos Espíritos Inferiores Junto ao Viciado
Esta ação pode ser percebida através das alterações no comportamento do viciado, dos danos adicionais ao seu organismo perispiritual, já tão agredido pelas drogas, e das conseqüências futuras e penosas que experimentará quando estiver na condição de espírito desencarnado, vinculado a regiões espirituais inferiores.
Sabemos que, após a desencarnação, o Espírito guarda, por certo tempo, que pode ser longo ou curto, seus condicionamentos, tendências e vícios de encarnado. O Espírito de um viciado em drogas, por exemplo, em face do estado de dependência a que ainda se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga. Somente a forma de satisfazer seu desejo é que varia, já que a condição de desencarnado não lhe permite proceder como quando na carne. Como Espírito precisará vincular-se à mente de um viciado, de início, para transmitir-lhe seus anseios de consumo da droga, posteriormente, para saciar sua necessidade, valendo-se para tal do recurso da vampirização das emanações tóxicas impregnadas no perispírito do viciado, ou da inalação dessas mesmas emanações quando a droga estiver sendo consumida.

 "O Espírito de um viciado em drogas, em face do estado de dependência a que se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga."
Essa sobrecarga mental, indevida, afeta tão seriamente o cérebro, a ponto de ter suas funções alteradas, com conseqüente queda no rendimento físico, intelectual e emocional do viciado. Segundo Emmanuel, "o viciado, ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daquelas, tornando-se enfermiço, triste, grosseiro, infeliz, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos".



Contribuição do Centro Espírita no trabalho antidrogas desenvolvido pelos Benfeitores Espirituais


A Casa Espírita, como Pronto-Socorro espiritual, muito pode contribuir com os Espíritos Superiores, no trabalho de prevenção e auxílio às vítimas das drogas nos dois lados da vida.
Com certeza, essa contribuição poderia ocorrer através de medidas que, no dia-a-dia da Instituição, ensejassem:
  1. Um incentivo cada vez mais constante às atividades de evangelização da infância e da juventude, principalmente com sua implantação, caso a Instituição ainda não tenha implantado.
  2. Estimular seus freqüentadores, em particular a família do viciado em tratamento, à prática do Evangelho no Lar. Essas pequenas reuniões, quando realizadas com o devido envolvimento e sinceridade de propósitos, são fontes sublimes de socorro às entidades sofredoras, além, naturalmente, de concorrer para o estreitamento dos laços afetivos familiares, o que decerto estimulará o viciado, por exemplo, a perseverar no seu propósito de libertar-se das drogas ou a dar o primeiro passo nesse sentido.
  3. Preparar devidamente seu corpo mediúnico para o sublime exercício da mediunidade com Jesus, condição essencial ao socorro às vítimas das drogas, até mesmos as desencarnadas.
  4. No diálogo fraterno com o viciado e seus familiares, sejam-lhes colocados à disposição os recursos socorristas do tratamento espiritual: passe, desobsessão, água fluidificada e reforma íntima.
  5. Criar, no trabalho assistencial da Casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, como fundamentação doutrinária, ao viciado e a seus familiares.

Conclusão

Diante dos fatos e dos acontecimentos que estão a envolver a criatura humana, enredada no vício das drogas, geradoras de tantas misérias morais, sociais, suicídios e loucuras, nós, espíritas, não podemos deixar de considerar essa realidade, nem tampouco deixar de concorrer para a erradicação desse terrível flagelo que hoje assola a Humanidade. Nesse sentido, urge que intensifiquemos e aprimoremos cada vez mais as ações de ordem preventiva e terapêutica, já em curso em nossas Instituições, e que, também, criemos outros mecanismos de ação mais específicos nesse campo, sempre em sintonia com os ensinamentos do Espiritismo e seu propósito de bem concorrer para a ascensão espiritual da criatura humana às faixas superiores da vida.

Seu comentário é muito importante para mim!



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Espírito Obsessor Fica Ao Lado Do Berço Do Bebê Por Que

Espírito Obsessor Denso Fica Ao Lado Do Berço Do Bebê Por Que? Wagner Borges

Pessoas Que Gostam De Ficar No Escuro,

LIGAÇÃO De Espíritos E Pessoas Que Gostam De Ficar No Escuro, Curtir A Tristeza!

Obsessor Agindo Em Um Aeroporto

Espírito Obsessor Agindo Em Um Aeroporto

 

 

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Super Emoção De Uma Mãe Na Carta Psicografada Do Filho:

Espírito Obsessor Revela como obsedia uma pessoa arrogante

 Espírito Obsessor Revela como obsedia uma pessoa arrogante
 segundo os espíritos a obsessão hoje e pior do que o câncer no mundo
Espírito Obsessor Revela Como Age Nas Cunhas Mentais Pensamentos Fixos! Wagner Borges
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Super Emoção De Uma Mãe Na Carta Psicografada Do Filho:

quinta-feira, 27 de abril de 2017

BOATE KISS O ESPIRITISMO EXPLICA O INCÊNDIO

O ESPIRITISMO EXPLICA O INCÊNDIO À BOATE KISS
 Luiz Carlos Barros Costa

          A Doutrina Espírita tem fundamentos filosóficos para explicar a causa de acontecimentos tão impressionantes como esse ocorrido em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, às 2h30 do dia 27 de janeiro de 2013.

          Deus não é soberanamente justo e bom? Não cai uma folha da árvore sem que seja da Vontade Dele? Ora, um incêndio dessas proporções, permitido por Deus (pois se fosse da vontade Dele seria evitado), deve ser justo e deve ser bom. Caso contrário não seria soberanamente perfeito.

          Deus é Justo, pois as vidas sucessivas ou reencarnação são a grande chave do enigma desse incêndio.

          Os jovens vitimados nesse incêndio são filhos de Deus. Estão sob a ação de uma lei da física: a cada causa um efeito consequente e a cada efeito, uma causa antecedente: “A cada um segundo as suas obras” – Lucas XII: 47-48.

          O Deus que conhecemos na doutrina espírita é antes de tudo Pai, amoroso, incapaz, por isso mesmo, de cometer atos ofensivos aos filhos amados. Esses jovens desencarnados, numa festa comum à juventude, estão sob a ação infalível da Lei de causa e efeito que se faz presente de forma inequívoca.

          Todos os nossos irmãos que pereceram pelo efeito devastador das citadas catástrofes coletivas, carregavam consigo sérias culpas, hauridas nas vidas passadas, ajustando-se, agora, com a lei divina. Perdoados por Deus, mas não limpos. Agora estão limpando suas consciências, pois Deus é amor (João 4:8).

          Esses jovens iniciam nessas horas o sublime do resgate libertador. Fora desse raciocínio, Deus teria falhado em permitir mortes coletivas de seus filhos encarnados, ainda na quadra juvenil.

          Um dos livros da codificação de Allan Kardec, Obras Póstumas, traz esclarecimentos importantes ao tema das mortes coletivas, na segunda parte da obra, no capítulo que enfoca as expiações coletivas, assinados pelo Espírito de Clélie Duplantier.
          Em resumo, esse Espírito ensina que as pessoas que possuem uma tarefa comum, na existência terrena, já viveram nas mesmas funções ou atividades e se encontrarão juntos no futuro. Para tanto, precisam passar pelas expiações, juntas, para limpar o passado de erros.

          Continua o Espírito Duplantier.

          Há muita justiça nas expiações vividas. Elas não correspondem aos atos registrados na atual vida terra (no caso presente, na vida conhecida das vítimas do incêndio de Santa Maria).

          As vítimas de hoje, são almas culpadas nas condutas ignotas de outras vidas.

          O que seria incompreensível com a justiça de Deus, caso tivessem apenas esta vida terrena, teoria da unicidade das existências.

          Com a lei de causa e efeito e com as vidas sucessivas, Deus passa a ser reconhecido como soberanamente justo e bom, por desejar o melhor para seus filhos: sua pureza.

          Esses jovens desencarnados de forma tão brutal, estão ligados pelos laços fraternais de hoje, pelas condutas de ontem, para a libertação de suas consciências no futuro.

          A mensagem de Emmanuel elucida as dúvidas mais profundas sobre o incêndio de Santa Maria. Na pergunta formulada a Emmanuel, Francisco Cândido Xavier, com as suas abençoadas mãos, assim documentou:

Como se processa a provação coletiva?

Resposta:

          “Na provação coletiva verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O mecanismo de justiça, na lei das compensações, funciona então espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas da dívida do pretérito para os resgates em comum, razão porque, muitas vezes, intitulais “doloroso caso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais.”
          O infausto acontecimento do dia 27 de janeiro de 2013, no incêndio à Boate Kiss, foi projetado como questões aos ensinamentos dos Espíritos às questões de Allan Kardec, contidos em O Livro dos Espíritos, item II – Flagelos Destruidores.

          Dessa forma as questões foram adaptadas à tragédia para sua melhor compreensão, principalmente aos leitores que não dominam alguns termos espíritas. As respostas foram igualmente formatadas visando mais fácil entendimento do grande público, com sérias dúvidas sobre as causas que desencadeiam efeitos tão devastadores.

          1 - Qual a finalidade de Deus castigar a Humanidade com incêndios dessas proporções?
          Os Espíritos responderam a Allan Kardec que fatos como esses fazem com que a Humanidade avance mais depressa. Destruições como essas são necessárias para que se processe a regeneração moral dos Espíritos. Em cada existência terrena os Espíritos buscam um novo aperfeiçoamento.
          Não se pode julgar um fato tão infeliz como esse do ponto de vista pessoal terreno. Essas ocorrências seriam oportunidades divinas para a produção de uma ordem moral melhor. O que levaria séculos se realiza em curto espaço temporal.

          2 - Não haveria outro meio para melhorar a Humanidade?
          Deus emprega vários meios para melhorar a Humanidade. Cada filho de Deus tem condições de progredir ao bem e ao mal, pelo desenvolvimento do seu conhecimento.
          O homem, porém, não aproveita esses meios. Deus permite, dessa forma, alguns sinistros eventos como o incêndio de Santa Maria, para castigar os filhos orgulhosos e fazê-los sentir a própria fraqueza.

          3 - Entre as vítimas do incêndio de Santa Maria não haveria um grupo de homens de bem que estaria entre os que deveriam morrer?
          A vida corporal é nada, diante da grandeza da vida espiritual. Um século do mundo terreno é como um relâmpago na Eternidade. Os sofrimentos que duram alguns dos nossos meses ou dias, nada são. O mundo real é constituído dos Espíritos que preexistem e sobrevivem ao mundo material.
          Os homens são filhos de Deus. Os corpos são apenas os seus instrumentos de vivência na Terra. Perdem os corpos como se fossem uniformes estragados dos soldados nas guerras que participam. O general se preocupa mais com os soldados do que com as suas vestes.

          4 - Os que morreram nesse incêndio não são vítimas?
          A vida terrena é muito insignificante diante do infinito. As vítimas que agora comovem o mundo terão vida, após esta vida, e ganharão oportunidades de voltarem a Terra, com larga compensação para os seus sofrimentos, se souberem suportá-los sem lamentar.

          4 a - Comentário de Kardec:
          Quer a morte se verifique por um flagelo ou por uma causa ordinária, não se pode escapar a ela quando soa a hora da partida: a única diferença é que no primeiro caso parte um grande número ao mesmo tempo.
          Se pudéssemos elevar-nos pelo pensamento de maneira a abranger toda a Humanidade numa visão única, esses flagelos tão terríveis não nos pareceriam mais do que tempestades passageiras no destino do mundo.

          5 - Esse incêndio possui alguma utilidade pelos males que ocasionou?
          O bem que dele resulta só será sentido nas gerações futuras.
          6 - Esse incêndio seria uma prova moral para os que morreram?
          Esse incêndio é uma prova para os homens exercitarem a paciência e a resignação perante a vontade de Deus. Também permite que sejam desenvolvidos os sentimentos de abnegação, de desinteresse próprio e de amor ao próximo.

          7 - É possível o homem evitar essas ocorrências tão ofensivas.
          Muitos flagelos são originários da imprevidência humana. Conforme o homem na Terra vá adquirindo conhecimentos e experiências, poderá evitar essas ocorrências tão ofensivas.
          Com a evolução moral do homem poderá ocorrer prevenções eficazes, como se soubesse, futuramente, prevenir situações de repercussão tão grave, pesquisando-lhes as causas.
          Mas entre os males que afligem a Humanidade, há os que são de natureza geral e pertencem aos desígnios da Providência.

          Desses, cada indivíduo recebe, em menor ou maior proporção, a parte que lhe cabe, não lhe sendo possível opor nada mais que a resignação à vontade de Deus. Mas ainda esses males são geralmente agravados pela indolência do homem.

          Que as nossas preces emocionadas sejam contínuas e intensas aos nossos irmãos que retornaram ao mundo espiritual, com as consciências mais calmas e, quiçá, resignadas.





Dr.Luiz Carlos Barros Costa (Fernandopolis/SP) é  membro da Rede Amigo Espírita, é Delegado Regional de Polícia aposentado,Vice Presidente e Diretor de Doutrina da Associação Espírita “Missionários da Luz", Presidente da Use Intermunicipal Espírita de Fernandópolis - SP, Professor do Curso de Direito na Unicastelo : Universidade Camilo Castelo Branco de Fernandópolis - SP, Divulgador e Expositor da Doutrina Espírita.
e-mail: lubacosta@terra.com.br

A Morte na Visão do Espiritismo - Alexandre Caldini

A Morte na Visão do Espiritismo - Alexandre Caldini



envie seu relato sobrenatural ou pergunta piresvale@gmail.comos relatos serão divulgado aqui

Morte na visão do Espiritismo

O Significado da Morte e o Processo de Luto na visão do Espiritismo

“Na vida, não vale tanto o que temos, nem tanto importa o que somos. Vale o que realizamos com aquilo que possuímos e, acima de tudo, importa o que fazemos de nós! ” (Chico Xavier)
Quando falamos sobre a morte, é importante compreendermos como cada indivíduo, como a sociedade em que ele está inserido e como a religião que ele professa, a compreendem. A crença religiosa professada pelo indivíduo é muito importante, pois é por meio dessa crença que ele fará a interpretação deste advento.
Dando continuidade aos posts sobre a compreensão da morte em determinadas religiões, abordaremos neste post o Espiritismo. Exploraremos como os fiéis dessa religião se relacionam com a realidade da morte e buscaremos compreender o significado de seus rituais.
No século 19, um fenômeno agitou a Europa: as mesas girantes. Tal fenômeno chamou a atenção de Hippolyte Léon Denizard Rivail um pesquisador, pedagogo e educador discípulo do célebre Johann Pestalozzi. Rivail, fluente em diversos idiomas, autor de livros didáticos e adepto de rigoroso método de investigação científica não aceitou de imediato os fenômenos das mesas girantes, mas estudou-os atentamente, observou que uma força as movia e investigou a natureza dessa força, que se identificou como os “Espíritos dos homens” que haviam morrido. A partir daí passou a estudar metodicamente os fenômenos, observando, comparando, analisando e concluindo sobre todas as experiências de que participava formando um conjunto de mais de cinquenta cadernos de relatos. Por ser algo extraordinário, vários periódicos na Europa e inclusive alguns periódicos brasileiros na época também noticiaram o fenômeno – tais como: “O Jornal do Comércio – Rio de Janeiro” e “Diário de Pernambuco”.
Rivail fez centenas de perguntas aos espíritos, analisou as respostas, comparou-as e codificou-as. Ao concluir que as respostas obtidas continham profundo sentido lógico, o estudioso publicou em 1857 o “Livro dos Espíritos“. O livro foi publicado sob o pseudônimo de Allan Kardec visto que o professor Rivail não achava justo publicar algo que não era dele, mas que provinha do ensinamento de pessoas que já haviam falecido. No ano seguinte fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e editou a Revista Espírita. Em 1859 publicou “O que é o Espiritismo/“, em 1861, o “Livro dos Médiuns“, em 1864 “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, em 1865 “O Céu e o Inferno“, e em 1868 “A Gênese“. Portador de uma lesão grave no coração, Rivail morreu em 31 de março de 1869, aos 65 anos de idade.
A história do Espiritismo no Brasil, segundo alguns registros, inicia-se no ano de 1845. No distrito de Mata de São João, na então Província da Bahia, teriam sido registradas as primeiras manifestações. Consta nos anais do Espiritismo que a primeira sessão espírita aconteceu em 1865, em Salvador, no Grupo Familiar do Espiritismo e foi coordenada por Luís Olímpio Teles de Menezes. Em 1884, foi criada a Federação Espírita Brasileira. O trabalho de reconhecimento feito pela FEB tratava de sistematizar as práticas e doutrinas consolidadas pela nova religião. Em 1931 o espírito de Emmanuel se apresenta ao médium Francisco Cândido Xavier. Por meio de suas obras psicografadas, Chico Xavier, como era conhecido, foi um dos maiores disseminadores da doutrina espírita no Brasil. Hoje o Brasil é uma das maiores nações espíritas do mundo.
Espiritismo
O Espiritismo possui três princípios fundamentais: a imortalidade da alma, a possibilidade de nos comunicarmos com os mortos e a reencarnação. De acordo com os pressupostos do Espiritismo a morte é um momento em meio a um caminho infinito. A morte é uma transformação e não um ponto final, não é o fim. Quando uma pessoa morre os espíritas utilizam a palavra desencarnação, que é justamente a separação do espírito de seu corpo físico. Morrer é continuar vivendo em outra dimensão – a espiritual – com os sentimentos adquiridos, com a visão espiritual expandida, com os amores, as alegrias e saudades do ser, mas também com as imperfeições que não se conseguiu superar.
Para compreendermos um pouco sobre os ritos de passagem do Espiritismo, eu tive a honra de entrevistar a Psicóloga Claudia Mandato Gelernter, adepta da doutrina Espírita, sobre questões que permeiam este tema. Abaixo seguem os principais pontos da entrevista.
Como os espíritas compreendem a morte? Qual o seu significado?
O Espiritismo traz uma mensagem capaz de amenizar as angústias relacionadas à morte, uma vez que encontramos em seus preceitos básicos a informação de que todos somos almas imortais, reencarnantes neste planeta, com o propósito de evolução individual e coletiva. Ademais, através de sua ciência e filosofia, traz evidências robustas de que aqueles que se amam tornam a se encontrar, seja no mundo espiritual ou mesmo no físico, em novas experiências no corpo. Desta forma, a morte nada mais é que a finalização de mais um ciclo, uma passagem para outro estado, outra dimensão. A alma continua viva, mas livre, mantendo sua identidade, dando continuidade ao seu processo de aprendizagem, em constante relação com outros seres.
Entretanto, devemos levar em conta que mesmo os Espíritas são herdeiros de uma cultura de negação da morte, no Ocidente, e muitos, embora consolados por estas informações, não lidam de forma apropriada com o tema em questão, deixando de dialogar a respeito nas mais variadas oportunidades, ou mesmo sem ter recursos apropriados para darem conta das inúmeras demandas que surgem durante o próprio processo de morrer ou o de pessoas significativas.
Quais são os ritos de passagem do mundo material para o mundo espiritual?
Para os Espíritas não existem ritos, sacramentos, posturas específicas, livros sagrados, roupas especiais, etc. Acredita-se que estes instrumentos não são necessários, mas sim a prece feita com o coração, concentrada e amorosa. Entretanto, os velórios são realizados, tanto para acolhimento dos amigos e parentes, mas também, e principalmente, para que a alma que está desencarnando possa receber as homenagens, sejam elas através de palavras ou em forma de bons pensamentos e orações.
Qual a visão do Espiritismo sobre o mundo espiritual?
O mundo espiritual vibra em outra dimensão, mais etérea, portanto não perceptível ao olho comum. Os Espíritos que deixam a Terra partem para este outro lugar, passando a atuar nele. Embora o Livro dos Espíritos – obra básica da Doutrina – não trate especificamente sobre detalhes do mundo espiritual, é através das obras psicografadas por médiuns do mundo todo [mas principalmente por brasileiros, uma vez que o Espiritismo foi amplamente difundido em nosso país], que podemos observar as muitas nuanças deste lugar. Segundo a natureza das almas que para lá partem, formam-se espaços específicos, de acordo com aquilo que emanam de suas mentes. Lemos descrições de cidades inteiras, organizadas tanto para acolhimento e realização do bem, mas também algumas outras de baixa vibração, onde as inteligências se reúnem por suas más tendências. Além destes lugares, são narrados outros, como o “umbral” – local onde os desencarnados ficam por determinado tempo a fim de dissiparem os restos de fluido vital que trazem da última encarnação.
Por que a reencarnação é um dos princípios fundamentais para o espírita?
Segundo a filosofia espírita, se acatamos a existência de Deus (um Ser obviamente perfeito, senão deixaria de ser Deus), seja através da observação de Seus efeitos, -pela Inteligência percebida em Sua obra – ou por um exercício de fé, o preceito da reencarnação é o único capaz de explicar as inúmeras discrepâncias sociais existentes, sendo também instrumento eficaz para a tendência evolutiva dos seres e do Universo.
Como explicar a existência de um Deus soberanamente bom e amoroso se sabemos de tantos sofrimentos entre crianças e pessoas genuinamente boas? Só a reencarnação, com a Lei de ação e reação, pode nos ajudar na compreensão desta realidade.
Vale salientar, mais uma vez, que é através das inúmeras reencarnações que a alma vai aprendendo os saberes necessários – tanto os de ordem intelectual como moral, extirpando de si as tendências ruins, construindo virtudes.
Os adeptos do Espiritismo podem ser cremados?
Sim. Apenas pede-se que, para isso, respeite-se um tempo mínimo de 72 horas. Como disse acima, no momento da morte nem sempre todos os laços que prendem a alma ao corpo já estão desfeitos, sendo por vezes preciso algum tempo para este processo ser finalizado.
Dentre os rituais ligados à morte o que os familiares fazem com os pertences da pessoa que morreu?
Se são pessoas espiritualmente maduras, doam tais pertences, após algum tempo do desencarne. Nem todos os que partem deste mundo estão bem preparados para a morte do corpo. Muitos se prendem demasiadamente às coisas materiais. Desta maneira, sempre é interessante que se aguarde algum tempo antes de se doar os pertences daquele que partiu.
Como é vivenciado o processo de luto pelos familiares e amigos?
Embora com maiores chances de se sentirem consolados pelos preceitos da Doutrina que abraçam, neste difícil momento, os Espíritas tendem a elaborar seus lutos junto aos amigos e familiares de forma parecida com a dos seguidores de outras religiões cristãs: os lamentos e conversas giram em torno do evento, do morto, as saudades são sentidas, os resultados discutidos, até que a vida finalmente volta ao normal, com as atividades de cotidiano sendo retomadas.
Talvez o tempo desta elaboração seja reduzido devido à filosofia que seguem, assim como o sofrimento associado.
Não sei se existem estudos a respeito, porém acredito que os seguidores do Espiritismo apresentam menor incidência de lutos complicados.
Compreender a linguagem simbólica das religiões é de suma importância para que possamos oferecer um melhor cuidado aos nossos pacientes, principalmente os pacientes que estão hospitalizados e/ou em final de vida.
Nazaré Jacobucci
Psicóloga Especialista em Luto
Psychotherapist Member of British Psychological Society
Este post teve a colaboração de Claudia Mandato Gelernter, Psicóloga, Espírita, Tanatóloga, Docente na Pós Graduação de Pedagogia Espírita com ênfase em Educação para a Morte e Terapeuta Pedagógica. 
Casada e mãe de dois filhos, atua no meio Espírita faz 29 anos, sempre dentro da área de divulgação e mediunidade. É sócia fundadora da ABRATA – Associação Brasileira de Tanatologia e do CEAK Vinhedo.
Dentro do meio Espírita, Claudia defende a observância dos preceitos Kardequianos, sendo árdua defensora de seus ideais. Costuma desenvolver um olhar critico em suas palestras e textos, com viés sócio-histórico, além de levar em conta questões psicológicas, sociológicas e antropológicas. Para ela, nada mais complicado que um fazer distanciado da coerência filosófica adotada.
Também atua no ensino inter-religioso, observando a necessidade de um olhar mais amplo sobre as teorias de sabedoria existentes no mundo, buscando suas convergências, diminuindo preconceitos e sectarismos.
Dentro da área tanatológica, Claudia defende um diálogo aberto e racional sobre a morte e seus processos, como único meio de minimizar angústias e promover a possibilidade de fechamentos saudáveis.

Referências:
Federação Espirita Brasileira. A História do Espiritismo. 21.06.12
http://www.febnet.org.br/blog/geral/o-espiritismo/historia-do-espiritismo/
História do espiritismo no Brasil. Pesquisa.
https://unificacaofergs.files.wordpress.com/2014/08/histc3b3ria-do-espiritismo-no-brasil.pdf
Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas. História do Espiritismo.
http://www.sbee.org.br/historia-do-espiritismo/doutrina-dos-espiritos/espiritismo/historia-do-espiritismo
Sousa R.G. Espiritismo no Brasil. Brasil Escola.
http://brasilescola.uol.com.br/religiao/espiritismo-no-brasil.htm

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