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quinta-feira, 22 de junho de 2017

o tigre e a arvore

há sabedoria. Aquele que tem entendimento, 

calcule o número 


E eis que Ela foi enganada tirada em seu prazer !!
Levada a um Prédio muito ...muito alto
a espera do elevador que a levaria a maior parcela de prazer .
Adentrou sozinha no elevador pois suas companhias que em tanto depositava confiança a abandou sozinha para que subisse o elevador e saíram em alta zombaria
O elevador subiu muito alto porem não tão alto quanto sua capacidade .
então ouve -si a voz metálica do elevador 
``VOCÊ TEM CORAGEM E FORÇA PARA ENCARAR 3 LEÕES ?"
Em desespero a mulher tenta inultimente a apertar os botoes que levaria o elevador de volta a seu grau mais abaixo, não funciona ..
tenta com todas as forcas segura a porta do elevador que o que a protege da fúria dos 3 leões inutilmente .
as portas vão ão chão .. e aparece um grande TIGRE deitado atras das grades e fora da grades uma grande árvore 
O Tigre olha a mulher e a árvore e ela vê mentalmente a imagem de pessoas que subia a árvore para si protege do tigre, porem o Tigre comia suas pernas e assim o tigre sobrevivia comendo pernas de enganados.
a mulher compreendeu que foi enganada por suas companhias e dali saiu desesperada correndo
encontrou uma casa ão lado do prédio e pediu ajuda e contou o ocorrido ão seus moradores que fingiram surpresa pois na verdade eles já sabiam que naquele prédio vivia um tigre que si alimentava das pernas dos enganados 
e volta a mulher a novamente a presença do tigre 

cabritabrit 
22/06/2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Vícios - Dependências Visão Espírita

Não entendemos o vício como sendo um problema de criminalidade, mas como um problema de desequilíbrio nosso, diante das leis da vida. E isto não apenas no terreno em que o vício é mais claramente examinado.

Por exemplo: se falamos demasiadamente, estamos viciados no verbalismo excessivo e infrutífero. Se bebemos café excessivamente, estamos destruindo também as possibilidades do nosso corpo nos servir. Quando falamos a palavra vício, habitualmente logo nos recordamos do sexo.
Mas do sexo herdamos nossa mãe, nosso pai, lar, irmãos, a bênção da família. Tudo isto recebemos através do sexo. No entanto, quando falamos em vício, lembramo-nos do fogo do sexo e o tóxico... Mas tóxico é outro problema para nossos irmãos que se enfraqueceram diante da vida, que procuram uma fuga. Não são criminosos. São criaturas carentes de mais proteção, de mais amor. Porque se os nossos companheiros enveredaram pelo caminho do tóxico, eles procuraram esquecer algo. E esse algo são eles mesmos.
Então, precisávamos, talvez, reformular nossas concepções sobre o vício.
Há pouco tempo, perguntamos ao espírito de Emmanuel como é que ele definia um criminoso.
Ele nos disse: "O criminoso é sempre um doente, mas se ele for culpado, só deve receber esse nome depois de examinado por três médicos e três juízes".


Vícios!


 "Doutrina Espírita oferece-nos subsídios valiosos para refrearmos os nossos vícios. Primeiramente, diz-nos que, na atualidade, a nossa virtude é o desenvolvimento intelectual; nosso vício é a indiferença moral. Aponta o egoísmo como o mais radical dos vícios, pois dele deriva todo o mal. Na pergunta 913 de O Livro dos Espíritos, destaquemos a frase: “Quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo, porque é incompatível com a justiça, o amor e a caridade: ele neutraliza todas as outras qualidades”.


Embora o Espiritismo seja uma doutrina reencarnacionista e ensine o princípio das múltiplas encarnações do Espírito, não se pratica - como terapêutica espírita - nenhuma técnica que vise conduzir alguém a reviver momentos de suas existências pregressas (para maiores informações, consultar o artigo "Considerações sobre a Regressão e Terapia de Vidas Passadas", neste site). Portanto, não compete à Doutrina Espírita indicar este procedimento. No entanto, não nos abstemos de oferecer alguns apontamentos sobre os vícios, sob as luzes do Espiritismo, uma vez que o esclarecimento pode cooperar com as terapêuticas convencionais para a superação dos mesmos.

O vício pode ser entendido como o impulso na busca de satisfação através de substâncias que atuam no organismo, em especial nos processos neuropsíquicos, ao ponto de provocar alterações caracterizadas por estados de euforia, autoconfiança, sensações de prazer, entre outros.
Do ponto de vista espiritual, os vícios resultam em processos complexos registrados no perispírito, repercutindo significativamente física, psíquica e espiritualmente na vida material atual, na vida espiritual futura, logo após a morte do corpo físico, bem como em encarnações posteriores, sendo uma das razões de possíveis doenças cármicas.
No livro 'Joana de Angelis Responde', a veneranda benfeitora esclarece que, por traz dos vícios, "além das conjunturas meramente psicofisiológicas, merece considerar-se que, em toda dependência viciosa, há sempre uma lancinante força obsessiva, mediante a qual seres pervertidos e viciados que viveram na Terra e se equivocaram, por processo natural de sintonia, imantam-se às criaturas humanas, às vezes sendo a causa do mal, e em circunstâncias outras - o que é mais comum - dependentes também da falsa necessidade de que padece o homem" (questão 14, psicografia de Divaldo Franco). Não raro, pois, o viciado sofre a atuação de entidades espirituais que, sintonizados através dos pensamentos, incentivam a manutenção do vício, dificultando os esforços de recuperação.
Nestes casos, necessário indicar o tratamento espiritual, que deve ser realizado paralelamente ao tratamento convencional. Acresça-se os recursos do passe magnético, da água fluidificada e da desobsessão, sempre que necessária. Abordando esse tema, André Luiz afirma que "a medicina inventará mil modos de auxiliar o corpo atingido em seu equilíbrio interno; por essa tarefa edificante, ela nos merecerá sempre sincera admiração e amor, entretanto, cumpre a nós outros praticar a medicina da alma, que ampare o espírito enleado nas sombras" (do livro 'No Mundo Maior', psicografia de Chico Xavier). E continua em seguida: "é mister acender, em derredor de nossos irmãos encarnados na Terra, a luz da compaixão fraterna, traçando caminhos à responsabilidade individual. Haja mais amor ante os vales da demência do instinto e as derrocadas cederão lugar a experiências santificantes".
No entanto, precisamos estar atentos também aos vícios morais. Questionados por Allan Kardec sobre o maior obstáculo ao progresso, os Espíritos Superiores foram enfáticos: "o orgulho e o egoísmo"(questão 785 de 'O Livro dos Espíritos'). Mais à frente, incitam-nos a estudar todos os vícios, pois que, como resultado, veremos que "no fundo de todos há egoísmo (...) Daí deriva todo mal" (questão 913 de 'O Livro dos Espíritos'). O ciúme, a inveja, a vaidade, a cupidez, o personalismo são, em última instância, conseqüência de nosso orgulho e egoísmo. Estas são as duas principais chagas da sociedade, que somente poderão ser vencidas quando os valores morais se sobrepuserem aos interesses materiais.
Portanto, estejamos atentos e permitamos que o Espiritismo transforme nossos hábitos, usos e relações sociais. E lembremos o alerta de Kardec à questão 917 de 'O Livro dos Espíritos': "O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro".


                        Drogas!


Um dos problemas mais graves da sociedade humana, na atualidade, é o consumo indiscriminado, e cada vez mais crescente, das drogas, por parte não só dos adultos, mas também dos jovens e, lamentavelmente, até das crianças, principalmente nos centros urbanos das grandes cidades.
A situação é tão preocupante, que cientistas de várias partes do Planeta, reunidos, chegaram à seguinte conclusão: "Os viciados em drogas de hoje podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombras sobre os seus filhos e netos ainda não nascidos."
Diante de tal flagelo e de suas terríveis conseqüências, não poderia o Espiritismo, Doutrina comprometida com o crescimento integral da criatura humana na sua dimensão espírito-matéria, deixar de se associar àqueles segmentos da sociedade que trabalham pela preservação da vida e dos seus ideais superiores, em seus esforços de erradicação de tão terrível ameaça.
O efeito destruidor das drogas é tão intenso que extrapola os limites do organismo físico da criatura humana, alcançando e comprometendo, substancialmente, o equilíbrio e a própria saúde do seu corpo perispiritual. Tal situação, somada àquelas de natureza fisiológica, psíquica e espiritual, principalmente as relacionadas com as vinculações a entidades desencarnadas em desalinho, respondem, indubitavelmente, pelos sofrimentos, enfermidades e desajustes emocionais e sociais a que vemos submetidos os viciados em drogas.
Em instantes tão preocupantes da caminhada evolutiva do ser humano em nosso planeta, cabe a nós, espíritas, não só difundir as informações antidrogas que nos chegam do plano espiritual benfeitor que nos assiste, mas, acima de tudo, atender aos apelos velados que esses amigos espirituais nos enviam, com seus informes e relatos contrários ao uso indiscriminado das drogas, no sentido de envidarmos esforços mais concentrados e específicos no combate às drogas, quer no seu aspecto preventivo, quer no de assistência aos já atingidos pelo mal.




 A Ação das Drogas no Perispírito

Revela-nos a ciência médica que a droga, ao penetrar no organismo físico do viciado, atinge o aparelho circulatório, o sangue, o sistema respiratório, o cérebro e as células, principalmente as neuroniais.
Na obra "Missionários da Luz" - André Luiz ( pág. 221 - Edição FEB), lemos: "O corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. O sangue é elemento básico de equilíbrio do corpo perispiritual." Em "Evolução em dois Mundos", o mesmo autor espiritual revela-nos que os neurônios guardam relação íntima com o perispírito.
Comparando as informações dessas obras com as da ciência médica, conclui-se que a agressão das drogas ao sangue e às células neuroniais também refletirá nas regiões correlatas do corpo perispiritual, em forma de lesões e deformações consideráveis que, em alguns casos, podem chegar até a comprometer a própria aparência humana do perispírito. Tal violência concorre até mesmo para o surgimento de um acentuado desequilíbrio do Espírito, uma vez que "o perispírito funciona, em relação a esse, como uma espécie de filtro na dosagem e adaptação das energias espirituais junto ao corpo físico e vice-versa.
Por vezes o consumo das drogas se faz tão excessivo, que as energias, oriundas do perispírito para o corpo físico, são bloqueadas no seu curso e retornam aos centros de força.



A Ação dos Espíritos Inferiores Junto ao Viciado
Esta ação pode ser percebida através das alterações no comportamento do viciado, dos danos adicionais ao seu organismo perispiritual, já tão agredido pelas drogas, e das conseqüências futuras e penosas que experimentará quando estiver na condição de espírito desencarnado, vinculado a regiões espirituais inferiores.
Sabemos que, após a desencarnação, o Espírito guarda, por certo tempo, que pode ser longo ou curto, seus condicionamentos, tendências e vícios de encarnado. O Espírito de um viciado em drogas, por exemplo, em face do estado de dependência a que ainda se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga. Somente a forma de satisfazer seu desejo é que varia, já que a condição de desencarnado não lhe permite proceder como quando na carne. Como Espírito precisará vincular-se à mente de um viciado, de início, para transmitir-lhe seus anseios de consumo da droga, posteriormente, para saciar sua necessidade, valendo-se para tal do recurso da vampirização das emanações tóxicas impregnadas no perispírito do viciado, ou da inalação dessas mesmas emanações quando a droga estiver sendo consumida.

 "O Espírito de um viciado em drogas, em face do estado de dependência a que se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga."
Essa sobrecarga mental, indevida, afeta tão seriamente o cérebro, a ponto de ter suas funções alteradas, com conseqüente queda no rendimento físico, intelectual e emocional do viciado. Segundo Emmanuel, "o viciado, ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daquelas, tornando-se enfermiço, triste, grosseiro, infeliz, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos".



Contribuição do Centro Espírita no trabalho antidrogas desenvolvido pelos Benfeitores Espirituais


A Casa Espírita, como Pronto-Socorro espiritual, muito pode contribuir com os Espíritos Superiores, no trabalho de prevenção e auxílio às vítimas das drogas nos dois lados da vida.
Com certeza, essa contribuição poderia ocorrer através de medidas que, no dia-a-dia da Instituição, ensejassem:
  1. Um incentivo cada vez mais constante às atividades de evangelização da infância e da juventude, principalmente com sua implantação, caso a Instituição ainda não tenha implantado.
  2. Estimular seus freqüentadores, em particular a família do viciado em tratamento, à prática do Evangelho no Lar. Essas pequenas reuniões, quando realizadas com o devido envolvimento e sinceridade de propósitos, são fontes sublimes de socorro às entidades sofredoras, além, naturalmente, de concorrer para o estreitamento dos laços afetivos familiares, o que decerto estimulará o viciado, por exemplo, a perseverar no seu propósito de libertar-se das drogas ou a dar o primeiro passo nesse sentido.
  3. Preparar devidamente seu corpo mediúnico para o sublime exercício da mediunidade com Jesus, condição essencial ao socorro às vítimas das drogas, até mesmos as desencarnadas.
  4. No diálogo fraterno com o viciado e seus familiares, sejam-lhes colocados à disposição os recursos socorristas do tratamento espiritual: passe, desobsessão, água fluidificada e reforma íntima.
  5. Criar, no trabalho assistencial da Casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, como fundamentação doutrinária, ao viciado e a seus familiares.

Conclusão

Diante dos fatos e dos acontecimentos que estão a envolver a criatura humana, enredada no vício das drogas, geradoras de tantas misérias morais, sociais, suicídios e loucuras, nós, espíritas, não podemos deixar de considerar essa realidade, nem tampouco deixar de concorrer para a erradicação desse terrível flagelo que hoje assola a Humanidade. Nesse sentido, urge que intensifiquemos e aprimoremos cada vez mais as ações de ordem preventiva e terapêutica, já em curso em nossas Instituições, e que, também, criemos outros mecanismos de ação mais específicos nesse campo, sempre em sintonia com os ensinamentos do Espiritismo e seu propósito de bem concorrer para a ascensão espiritual da criatura humana às faixas superiores da vida.

Seu comentário é muito importante para mim!



segunda-feira, 8 de maio de 2017

As leis de Carma e Darma

As leis de Carma e Darma

 

Resultado de imagem para As leis de Carma e Darma
Nesta lição aprenderemos sobre duas leis superiores, as leis de carma e darma, sendo muito importante entender como essas leis funcionam para que possamos saber o que fazer para conduzir nossas vidas com mais sabedoria.

Qualquer ato seja este bom ou mal, tem a sua conseqüência. Se praticarmos o bem a conseqüência será boa para nós, se temos uma má conduta as conseqüências serão ruins.
Não existe efeito sem causa e nem causa sem efeito.
E para julgar nossas ações existem seres de consciência totalmente desperta, que são os responsáveis para levar a cabo este trabalho.
Estes seres constituem o Tribunal da Justiça Divina, cuja função é pesar nossas boas e más ações e aplicar de forma justa a sentença, a conseqüência dos nossos atos.

O Tribunal da Justiça Divina.

Esse Tribunal é formado pelo regente Anúbis e seus 42 juízes.
Nas pirâmides do Egito foram encontradas várias ilustrações do Tribunal da Justiça Divina.
Nestas ilustrações o regente Anúbis é representado por um homem com a cabeça de chacal e os 42 juízes são simbolizados por diversos animais. Anúbis, na tradição egípcia, é o juiz que pesa o coração dos mortos e aplica a pena correspondente.

A Lei Divina tem como base a justiça e a misericórdia. A justiça sem misericórdia é tirania. A misericórdia sem justiça é tolerância, complacência com o erro.
Se ao pesar nossas ações em uma balança, o prato das boas ações estiver mais pesado o resultado será um Darma, que é uma recompensa pelas boas obras que fazemos.
O Darma (do sânscrito Dharma) significa também realidade ou ainda virtude.
Se ocorrer o contrário, se o prato das más ações estiver mais pesado, o resultado será um Carma para nós, ou seja, sofrimento, dor, adversidades, etc.
A palavra de origem sânscrita Karma significa ação. Podemos entendê-la como lei de ação e conseqüência.

Os tipos de Carma.

Existem vários tipos de Carma:

Individual: quando é aplicado especificamente a uma pessoa. Por exemplo, no caso de uma doença.
É importante ressaltar que nem todo sofrimento ou acontecimento ruim é cármico, pois devido a nossa inconsciência podemos causar diretamente nosso próprio sofrimento. Ex: uma pessoa que atravessa uma rua sem a devida atenção e é atropelada.

Familiar: quando é aplicado de tal forma que afeta toda uma família. Por exemplo, no caso de se ter um membro da família que é viciado em drogas. Isto traz sofrimento para todos ao redor.

Regional: quando é aplicado em determinada região. Temos como exemplo as secas, enchentes ou outras adversidades climáticas que ocorrem em determinados lugares e regiões.

Nacional: é uma ampliação do carma regional. Temos o exemplo de países que são assolados pela guerra, ditaduras, misérias, desastres naturais, etc.

Mundial: quando é aplicado a toda humanidade. Temos o exemplo das guerras mundiais e, atualmente, vemos a imensa degradação e a progressiva escassez dos recursos naturais, iminência de guerra nuclear, grandes desastres naturais, ameaças de epidemias, etc.

Neste momento não poderíamos deixar de alertar que estão ocorrendo grandes transformações em nosso mundo devido ao carma mundial que está em progresso.
Por isso é urgente que se pratique a morte psicológica, que se elimine o máximo possível dos defeitos psicológicos, que é o que nos torna desumanos, para não sucumbir juntamente com toda a humanidade ante o carma mundial.

Katância: é o carma mais rigoroso, que é aplicado aos Mestres, que apesar de suas inúmeras perfeições, podem cometer erros e ser penalizados.

Kamaduro: é o carma aplicado a erros graves, assassinatos, emboscadas, torturas, etc. Esse tipo de carma não é negociável e quando é aplicado vai inevitavelmente até as suas consequências finais.

Karmasaya: esse carma também não é negociável e é aplicado quando a pessoa comete adultério.
Nas escrituras sagradas está escrito que “todo pecado será perdoado, menos os pecados contra o Espírito Santo”, e esse pecado é o adultério. Mas o que é considerado adultério perante a Justiça Divina?

Perante a Lei Divina quando duas pessoas se unem sexualmente elas estão casadas nos mundos internos (independente de serem casadas pelas leis físicas).
Portanto se a pessoa tem mais de um/uma parceiro sexual em um determinado espaço de tempo (menos de um ano), essa pessoa comete adultério e lança Carma sobre suas costas.

Mais ainda, quando duas pessoas se unem sexualmente, por estarem internamente casadas, seus Carmas se somam e tornam-se comum às duas pessoas.
E se uma dessas duas pessoas tiver outra relação sexual com uma terceira pessoa, essa última terá o Carma das três pessoas.
Sabendo disso podemos então fazer uma idéia de como é grave a situação cármica de toda a humanidade.

Os negócios do Carma.

Como foi dito acima as bases da Lei Divina são a justiça e a misericórdia. Isso significa que, por mais duro que seja nosso carma, podemos pagá-lo com boas obras e então não necessitaremos sofrer.

“Faze boas obras para que pagues tuas dívidas. Ao leão da lei se combate com a balança.”

“Quem tem com que pagar, paga e sai bem em seus negócios; quem não tem com que pagar, pagará com dor.”

Se no prato da balança cósmica colocamos as boas obras e no outro as más, é evidente que o Carma dependerá de qual prato estará mais pesado. Todos somos grandes devedores, seja devido aos nossos atos nessa existência ou em outras passadas.
Por isso é urgente que mudemos nossa conduta diária.

Ao invés de protestarmos por estarmos em dificuldades, devemos sim procurar ajudar aos demais.
Ao invés de protestarmos por estarmos doentes, devemos dar medicamentos aos que não podem comprá-los, levar ao médico os que não podem ir, etc.
Ao invés de reclamarmos das pessoas que nos caluniam, devemos aprender a ver o ponto de visto alheio e abandonar de uma vez a calúnia, as intrigas, as reclamações, etc.

Nosso carma pode ser perdoado se eliminarmos a causa de nossos erros, de nossa ira, de nossa inveja, de nosso orgulho, etc.
A causa de nossos erros e, por conseguinte, de nosso sofrimento é o ego, nosso defeitos psicológicos..
O mundo seria um paraíso se as pessoas eliminassem de si mesma essas abominações inumanas.
Não é possível ter uma conduta reta se somos manipulados pelos defeitos psicológicos.

Conforme vamos eliminando nossos próprios defeitos o carma referente a tal ou qual defeito vai sendo perdoado. Isto é a misericórdia.

Nunca devemos protestar contra nossa situação cármica, pois isso só vem a agravá-la.
O Carma é um remédio que nos aplicam para que vejamos nossos maiores defeitos e que normalmente são a causa de nosso sofrimento.

Espírito Obsessor Fica Ao Lado Do Berço Do Bebê Por Que

Espírito Obsessor Denso Fica Ao Lado Do Berço Do Bebê Por Que? Wagner Borges

tragédias coletivas

Por que ocorrem tragédias coletivas?

 

De vez em quando ocorrem grandes tragédias coletivas e é nessas horas que perguntamos: por que acontece esse tipo de coisa? Qual a finalidade desses acidentes que causam a morte conjunta de várias pessoas? Como a Justiça Divina pode ser percebida nessas situações? Por que algumas pessoas escapam?
Claro que sabemos que Deus não nos julga e nem nos castiga.
Fatalidade, destino, azar são palavras que não combinam com a Doutrina Espírita, da mesma forma que a sorte daqueles que escapam desse tipo de situação, sempre há os relatos daqueles que desejavam estar no local da tragédia e não conseguiram; daqueles que estavam no cenário e não sofreram nada além do susto; e tantos outros.
Então, para a Doutrina Espírita, como se explicam casos como esse? A resposta está no resgate coletivo, conceito que envolve a correção de rumo de um grupo de Espíritos que em alguma outra encarnação cometeu atos semelhantes – e muitas vezes em conjunto – de descumprimento da lei divina e que, portanto, para individualmente terem a consciência tranquilizada  precisam sanar o débito. Toda a problemática, nesse caso, está no trabalho dos mentores na reunião desses Espíritos de modo a que juntos possam se reajustar frente à Lei Divina.
Pergunta-se às vezes o que se deve pensar das mortes prematuras, das mortes acidentais, das catástrofes que, de um golpe, destroem numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de plano, de providência, de harmonia universal?
Quem nos explica sobre esta questão é Leon Denis, o sucessor de Allan Kardec, em seu livro: O problema do Ser do Destino e da Dor, primeira parte, item X – a Morte:
“As existências interrompidas prematuramente por causa de acidentes chegaram ao seu termo previsto. São em geral, complementares de existências anteriores, truncadas por causa de abusos ou excessos. Quando, em consequências de hábitos desregrados, se gastaram os recursos vitais antes da hora marcada pela natureza. Tem-se de voltar a perfazer, numa existência mais curta, o lapso de tempo que a existência precedente devia ter normalmente preenchido. Sucede que os seres humanos, que devem dar essa reparação, se reúnem num ponto pela força do destino, para sofrerem, numa morte trágica, as consequências de atos que têm relação com o passado anterior ao nascimento. Daí, as mortes coletivas, as catástrofes que lançam no mundo um aviso. Aqueles que assim partem, acabaram o tempo que tinham de viver e vão preparar-se para existências melhores.”

O Espiritismo explica com muita coerência, que cada um recebe segundo as suas obras, porque todos nós estamos submetidos à Lei de Ação e Reação ou de causa e efeito e à Lei de Evolução ou de Progresso.
Segundo a primeira, nós seres humanos, com nossos pensamentos, sentimentos e ações, criamos causas que terão um efeito posterior. O caráter positivo ou negativo das causas vão gerar o gênero desses efeitos. É uma Lei que não castiga, mas que reajusta as ações cometidas pelo uso do nosso livre arbítrio. Age devolvendo o caminhante desviado e perdido ao caminho correto do bem e do progresso, através das encarnações sucessivas.
A Lei de Evolução ou do Progresso rege a transformação contínua de tudo o que possui vida, desde os estados rudimentares e inferiores, até formas mais perfeitas e complexas. Por intermédio dessa Lei, o ser humano passou a ser o homem “civilizado” de hoje, abandonando suas etapas selvagens e primitivas. Graças à Lei de Evolução e às provas sucessivas, às quais ela nos submete em nossas existências múltiplas, nós seres humanos vamos corrigindo nossas imperfeições, transformando nossos defeitos e debilidades em virtudes ou qualidades, que nos empurram à conquista da vida espiritual. A aplicação do nosso livre arbítrio fará com que essa Lei nos faça caminhar pelas trilhas do bem, do amor e da felicidade, ou ao contrário, pelo caminho da dor.
Gerson Simões Monteiro, presidente da “Fundação Espírita Cristã C. Paulo de Tarso”, em um artigo sobre as mortes coletivas, escreve que as vítimas de um terremoto poderiam ser antigos guerreiros que, numa encarnação anterior, destruíram cidades, lares, mataram mulheres e crianças sob os escombros de suas casas e vitimaram a milhares de pessoas. Numa nova encarnação, são “atraídos por uma força magnética pelos crimes praticados coletivamente, reúnem em determinadas circunstâncias, e sofrem “na pele” por meio de um terremoto ou outra catástrofe semelhante, o mesmo mal que fizeram às suas vítimas indefesas de ontem.” São faltas individuais que influem no coletivo.
Acrescentamos que os sobreviventes também são chamados a uma transformação moral, a uma mudança em suas vidas, mas há pessoas que se aproveitam da situação de caos, em uma região que sofreu citado terremoto, para saquear, roubar, violentar e que se beneficiam com egoísmo das doações recebidas. Para essas, a lição não é suficiente e se comprometem mais seriamente ante a coletividade.
Temos também outro exemplo real, explicado nas páginas da literatura espírita. No dia 17 de dezembro de 1961, um circo pegou fogo na cidade de Niterói (Rio de Janeiro) e cerca de 500 pessoas faleceram.
No livro “Cartas e Crônicas”, psicografado por Francisco Cândido Xavier, o Espírito Humberto de Campos relata a causa do acidente explicando que no ano 177 da Era Cristã, Marco Aurélio reinava no império romano. Mulheres, homens, crianças, anciões e enfermos cristãos eram detidos, torturados e exterminados. “Mais de 20 mil pessoas já haviam sido mortas”.
Chegou a notícia da visita do famoso guerreiro Lúcio Galo naquelas terras e os donos do poder queriam homenageá-lo de maneira grandiosa e original. Decidiram queimar milhares de cristãos num espetáculo “à altura” do visitante.
“Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas de crueldade, vasculharam residências humildes e, no dia subsequente, ao Sol vivo da tarde, largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria.”
“Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento… Entretanto, a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.”
O notável Mediunato de Chico Xavier também nos esclarece outro fato real ocorrido em São Paulo, no dia 1º de fevereiro de 1974, data em que o Edifício Joelma se incendiou e deixou 188 mortos.
O Espírito Cyro Costa e Cornélio Pires se manifestam por psicografia e deixaram dois sonetos que revelavam a causa das mortes em massa no incêndio. As vítimas resgatavam os “derradeiros resquícios de culpa que ainda traziam na própria alma, remanescentes de compromissos adquiridos em guerra das Cruzadas”.
Com relação a mortes coletivas em aviões, o Espírito André Luiz, no capítulo 18 do Livro Ação e Reação, psicografado por Chico Xavier, esclarece que piratas que afundaram e saquearam criminosamente embarcações indefesas no dorso do mar, ceifando inúmeras vidas, agora encarnados em outros corpos, morrem, muitas vezes, coletivamente nos acidentes aviatórios.
Ainda na mensagem “Desencarnações Coletivas”, o benfeitor espiritual Emmanuel esclarece outros motivos para as mortes que se verificam coletivamente. Diz ele: “Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidades na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação”.

Diz Allan Kardec, nos comentários da questão 738 de O Livro dos Espíritos, que “venha por um flagelo à morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de lagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo”.
E finalmente, segundo esclareceram os Espíritos Superiores a Allan Kardec, na resposta à questão 740 de O Livro dos Espíritos, “os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo”.
Texto retirado de:
http://letraespirita.blogspot.com.br/2016/11/por-que-ocorrem-tragedias-coletivas.html

Espírito Obsessor Revela como obsedia uma pessoa arrogante

 Espírito Obsessor Revela como obsedia uma pessoa arrogante
 segundo os espíritos a obsessão hoje e pior do que o câncer no mundo
Espírito Obsessor Revela Como Age Nas Cunhas Mentais Pensamentos Fixos! Wagner Borges
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Super Emoção De Uma Mãe Na Carta Psicografada Do Filho:

quinta-feira, 27 de abril de 2017

mortes coletivas virsao espirita

Divaldo Franco responde sobre tragédias coletivas

BOATE KISS O ESPIRITISMO EXPLICA O INCÊNDIO

O ESPIRITISMO EXPLICA O INCÊNDIO À BOATE KISS
 Luiz Carlos Barros Costa

          A Doutrina Espírita tem fundamentos filosóficos para explicar a causa de acontecimentos tão impressionantes como esse ocorrido em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, às 2h30 do dia 27 de janeiro de 2013.

          Deus não é soberanamente justo e bom? Não cai uma folha da árvore sem que seja da Vontade Dele? Ora, um incêndio dessas proporções, permitido por Deus (pois se fosse da vontade Dele seria evitado), deve ser justo e deve ser bom. Caso contrário não seria soberanamente perfeito.

          Deus é Justo, pois as vidas sucessivas ou reencarnação são a grande chave do enigma desse incêndio.

          Os jovens vitimados nesse incêndio são filhos de Deus. Estão sob a ação de uma lei da física: a cada causa um efeito consequente e a cada efeito, uma causa antecedente: “A cada um segundo as suas obras” – Lucas XII: 47-48.

          O Deus que conhecemos na doutrina espírita é antes de tudo Pai, amoroso, incapaz, por isso mesmo, de cometer atos ofensivos aos filhos amados. Esses jovens desencarnados, numa festa comum à juventude, estão sob a ação infalível da Lei de causa e efeito que se faz presente de forma inequívoca.

          Todos os nossos irmãos que pereceram pelo efeito devastador das citadas catástrofes coletivas, carregavam consigo sérias culpas, hauridas nas vidas passadas, ajustando-se, agora, com a lei divina. Perdoados por Deus, mas não limpos. Agora estão limpando suas consciências, pois Deus é amor (João 4:8).

          Esses jovens iniciam nessas horas o sublime do resgate libertador. Fora desse raciocínio, Deus teria falhado em permitir mortes coletivas de seus filhos encarnados, ainda na quadra juvenil.

          Um dos livros da codificação de Allan Kardec, Obras Póstumas, traz esclarecimentos importantes ao tema das mortes coletivas, na segunda parte da obra, no capítulo que enfoca as expiações coletivas, assinados pelo Espírito de Clélie Duplantier.
          Em resumo, esse Espírito ensina que as pessoas que possuem uma tarefa comum, na existência terrena, já viveram nas mesmas funções ou atividades e se encontrarão juntos no futuro. Para tanto, precisam passar pelas expiações, juntas, para limpar o passado de erros.

          Continua o Espírito Duplantier.

          Há muita justiça nas expiações vividas. Elas não correspondem aos atos registrados na atual vida terra (no caso presente, na vida conhecida das vítimas do incêndio de Santa Maria).

          As vítimas de hoje, são almas culpadas nas condutas ignotas de outras vidas.

          O que seria incompreensível com a justiça de Deus, caso tivessem apenas esta vida terrena, teoria da unicidade das existências.

          Com a lei de causa e efeito e com as vidas sucessivas, Deus passa a ser reconhecido como soberanamente justo e bom, por desejar o melhor para seus filhos: sua pureza.

          Esses jovens desencarnados de forma tão brutal, estão ligados pelos laços fraternais de hoje, pelas condutas de ontem, para a libertação de suas consciências no futuro.

          A mensagem de Emmanuel elucida as dúvidas mais profundas sobre o incêndio de Santa Maria. Na pergunta formulada a Emmanuel, Francisco Cândido Xavier, com as suas abençoadas mãos, assim documentou:

Como se processa a provação coletiva?

Resposta:

          “Na provação coletiva verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O mecanismo de justiça, na lei das compensações, funciona então espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas da dívida do pretérito para os resgates em comum, razão porque, muitas vezes, intitulais “doloroso caso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais.”
          O infausto acontecimento do dia 27 de janeiro de 2013, no incêndio à Boate Kiss, foi projetado como questões aos ensinamentos dos Espíritos às questões de Allan Kardec, contidos em O Livro dos Espíritos, item II – Flagelos Destruidores.

          Dessa forma as questões foram adaptadas à tragédia para sua melhor compreensão, principalmente aos leitores que não dominam alguns termos espíritas. As respostas foram igualmente formatadas visando mais fácil entendimento do grande público, com sérias dúvidas sobre as causas que desencadeiam efeitos tão devastadores.

          1 - Qual a finalidade de Deus castigar a Humanidade com incêndios dessas proporções?
          Os Espíritos responderam a Allan Kardec que fatos como esses fazem com que a Humanidade avance mais depressa. Destruições como essas são necessárias para que se processe a regeneração moral dos Espíritos. Em cada existência terrena os Espíritos buscam um novo aperfeiçoamento.
          Não se pode julgar um fato tão infeliz como esse do ponto de vista pessoal terreno. Essas ocorrências seriam oportunidades divinas para a produção de uma ordem moral melhor. O que levaria séculos se realiza em curto espaço temporal.

          2 - Não haveria outro meio para melhorar a Humanidade?
          Deus emprega vários meios para melhorar a Humanidade. Cada filho de Deus tem condições de progredir ao bem e ao mal, pelo desenvolvimento do seu conhecimento.
          O homem, porém, não aproveita esses meios. Deus permite, dessa forma, alguns sinistros eventos como o incêndio de Santa Maria, para castigar os filhos orgulhosos e fazê-los sentir a própria fraqueza.

          3 - Entre as vítimas do incêndio de Santa Maria não haveria um grupo de homens de bem que estaria entre os que deveriam morrer?
          A vida corporal é nada, diante da grandeza da vida espiritual. Um século do mundo terreno é como um relâmpago na Eternidade. Os sofrimentos que duram alguns dos nossos meses ou dias, nada são. O mundo real é constituído dos Espíritos que preexistem e sobrevivem ao mundo material.
          Os homens são filhos de Deus. Os corpos são apenas os seus instrumentos de vivência na Terra. Perdem os corpos como se fossem uniformes estragados dos soldados nas guerras que participam. O general se preocupa mais com os soldados do que com as suas vestes.

          4 - Os que morreram nesse incêndio não são vítimas?
          A vida terrena é muito insignificante diante do infinito. As vítimas que agora comovem o mundo terão vida, após esta vida, e ganharão oportunidades de voltarem a Terra, com larga compensação para os seus sofrimentos, se souberem suportá-los sem lamentar.

          4 a - Comentário de Kardec:
          Quer a morte se verifique por um flagelo ou por uma causa ordinária, não se pode escapar a ela quando soa a hora da partida: a única diferença é que no primeiro caso parte um grande número ao mesmo tempo.
          Se pudéssemos elevar-nos pelo pensamento de maneira a abranger toda a Humanidade numa visão única, esses flagelos tão terríveis não nos pareceriam mais do que tempestades passageiras no destino do mundo.

          5 - Esse incêndio possui alguma utilidade pelos males que ocasionou?
          O bem que dele resulta só será sentido nas gerações futuras.
          6 - Esse incêndio seria uma prova moral para os que morreram?
          Esse incêndio é uma prova para os homens exercitarem a paciência e a resignação perante a vontade de Deus. Também permite que sejam desenvolvidos os sentimentos de abnegação, de desinteresse próprio e de amor ao próximo.

          7 - É possível o homem evitar essas ocorrências tão ofensivas.
          Muitos flagelos são originários da imprevidência humana. Conforme o homem na Terra vá adquirindo conhecimentos e experiências, poderá evitar essas ocorrências tão ofensivas.
          Com a evolução moral do homem poderá ocorrer prevenções eficazes, como se soubesse, futuramente, prevenir situações de repercussão tão grave, pesquisando-lhes as causas.
          Mas entre os males que afligem a Humanidade, há os que são de natureza geral e pertencem aos desígnios da Providência.

          Desses, cada indivíduo recebe, em menor ou maior proporção, a parte que lhe cabe, não lhe sendo possível opor nada mais que a resignação à vontade de Deus. Mas ainda esses males são geralmente agravados pela indolência do homem.

          Que as nossas preces emocionadas sejam contínuas e intensas aos nossos irmãos que retornaram ao mundo espiritual, com as consciências mais calmas e, quiçá, resignadas.





Dr.Luiz Carlos Barros Costa (Fernandopolis/SP) é  membro da Rede Amigo Espírita, é Delegado Regional de Polícia aposentado,Vice Presidente e Diretor de Doutrina da Associação Espírita “Missionários da Luz", Presidente da Use Intermunicipal Espírita de Fernandópolis - SP, Professor do Curso de Direito na Unicastelo : Universidade Camilo Castelo Branco de Fernandópolis - SP, Divulgador e Expositor da Doutrina Espírita.
e-mail: lubacosta@terra.com.br

segunda-feira, 27 de março de 2017

As 12 leis Cármicas.

As 12 leis Cármicas. 
 As 12 leis Cármicas.
1ª. Lei:
Nós colhemos o que plantamos. É lei da causa e efeito. O que fazemos aqui volta para nós sem data prevista, mas... Volta.

2ª. Lei:
A Vida não acontece por si só, a Vida se faz de ação, reação e então a criação.

3ª. Lei
Fala sobre humildade, o que muitos de nós se recusamos a aceitar. Seja por crenças, vergonha, traumas, etc. Mas qualquer um que abandona a arrogância e o ódio se torna humilde.

4ª. Lei
Onde formos era para estarmos lá! Essa é a lei de crescimento das coisas vindas de outras vidas nos conduzindo a certas situações nesta atual. Tudo em foco de uma evolução espiritual.
E diante dos erros somos nós que devemos mudar; e não exigir mudanças nas outras pessoas, ou culpar lugares e coisas que nos acontecem, o que está aqui conosco não é ruim e por pior que pareça, qualquer desgraça conduz ao crescimento pessoal.

5ª. Lei
Nós nos espelhamos naquilo que nos cerca e o que nos cerca se espelha em nós. Portanto, em cada atitude existe uma escolha, e essa lei cármica quer dizer “responsabilidade pelos seus atos”.

6ª. Lei
Mesmo que algo pareça desconectado é importante entender que tudo no Universo está conectado.
Cada etapa conduz a etapa seguinte e assim por diante. O passado construiu o presente, e o presente constrói o futuro. O que está em nossa vida tem sua razão guardada num passado distante, e o que é inédito agora é o tesouro já guardado em nosso futuro.

7ª. Lei
Não podemos pensar em duas coisas ao mesmo tempo. Essa lei significa um único pensamento para se criar ou modificar algo nesta atual existência. A lei de manter-se focado, dedicado, doar-se de corpo e alma.

8ª. Lei
É o ato de doação. Se acreditarmos que algo é verdade, seremos chamados a demonstrar essa verdade. É nesse momento que podemos colocar o que dizemos e aprendemos na prática. Nenhum aprendizado é em vão, nada é inútil, o que não lhe serve, seja um objeto material ou conhecimento pode valer “milhões” para outra pessoa.

9ª. Lei
Aqui e agora! Remoer o passado ou viver esperando algo no futuro é viver na estagnação. A vida se faz do hoje com base no passado e expectativa no futuro, mas quem abandonou o Hoje, destruiu seu passado e está prestes a não construir um futuro almejado.

10ª. Lei
Mudança. A história se repete até aprendermos as lições que necessitamos para mudarmos o nosso trajeto.

11ª. Lei
Simboliza paciência e recompensa. Sendo paciente se aprende e isso leva ao auto-conhecimento, conhecimento do próximo, do que os outros sentem, uma cisão amplificada de tudo e de todos.

12ª. Lei
O Valor de algo é o resultado direto da energia e intenção colocada nela. Cada contribuição pessoal é também uma contribuição ao todo. A inspiração amorosa fornece uma contribuição ascendente e inspira o “Todo”.

Após muitos e muitos dias de luto e mágoa, a lagarta viu uma borboleta ao seu lado. Por que você chora? Perguntou a borboleta.
Porque perdi minha amiga... Respondeu à lagarta.
Então, em sua beleza e esplendor, a borboleta orgulhosamente disse: mas eu sou a sua amiga! nasci de outra forma.

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