faça uma doaçao

Mostrando postagens com marcador obsessao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obsessao. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Vícios - Dependências Visão Espírita

Não entendemos o vício como sendo um problema de criminalidade, mas como um problema de desequilíbrio nosso, diante das leis da vida. E isto não apenas no terreno em que o vício é mais claramente examinado.

Por exemplo: se falamos demasiadamente, estamos viciados no verbalismo excessivo e infrutífero. Se bebemos café excessivamente, estamos destruindo também as possibilidades do nosso corpo nos servir. Quando falamos a palavra vício, habitualmente logo nos recordamos do sexo.
Mas do sexo herdamos nossa mãe, nosso pai, lar, irmãos, a bênção da família. Tudo isto recebemos através do sexo. No entanto, quando falamos em vício, lembramo-nos do fogo do sexo e o tóxico... Mas tóxico é outro problema para nossos irmãos que se enfraqueceram diante da vida, que procuram uma fuga. Não são criminosos. São criaturas carentes de mais proteção, de mais amor. Porque se os nossos companheiros enveredaram pelo caminho do tóxico, eles procuraram esquecer algo. E esse algo são eles mesmos.
Então, precisávamos, talvez, reformular nossas concepções sobre o vício.
Há pouco tempo, perguntamos ao espírito de Emmanuel como é que ele definia um criminoso.
Ele nos disse: "O criminoso é sempre um doente, mas se ele for culpado, só deve receber esse nome depois de examinado por três médicos e três juízes".


Vícios!


 "Doutrina Espírita oferece-nos subsídios valiosos para refrearmos os nossos vícios. Primeiramente, diz-nos que, na atualidade, a nossa virtude é o desenvolvimento intelectual; nosso vício é a indiferença moral. Aponta o egoísmo como o mais radical dos vícios, pois dele deriva todo o mal. Na pergunta 913 de O Livro dos Espíritos, destaquemos a frase: “Quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo, porque é incompatível com a justiça, o amor e a caridade: ele neutraliza todas as outras qualidades”.


Embora o Espiritismo seja uma doutrina reencarnacionista e ensine o princípio das múltiplas encarnações do Espírito, não se pratica - como terapêutica espírita - nenhuma técnica que vise conduzir alguém a reviver momentos de suas existências pregressas (para maiores informações, consultar o artigo "Considerações sobre a Regressão e Terapia de Vidas Passadas", neste site). Portanto, não compete à Doutrina Espírita indicar este procedimento. No entanto, não nos abstemos de oferecer alguns apontamentos sobre os vícios, sob as luzes do Espiritismo, uma vez que o esclarecimento pode cooperar com as terapêuticas convencionais para a superação dos mesmos.

O vício pode ser entendido como o impulso na busca de satisfação através de substâncias que atuam no organismo, em especial nos processos neuropsíquicos, ao ponto de provocar alterações caracterizadas por estados de euforia, autoconfiança, sensações de prazer, entre outros.
Do ponto de vista espiritual, os vícios resultam em processos complexos registrados no perispírito, repercutindo significativamente física, psíquica e espiritualmente na vida material atual, na vida espiritual futura, logo após a morte do corpo físico, bem como em encarnações posteriores, sendo uma das razões de possíveis doenças cármicas.
No livro 'Joana de Angelis Responde', a veneranda benfeitora esclarece que, por traz dos vícios, "além das conjunturas meramente psicofisiológicas, merece considerar-se que, em toda dependência viciosa, há sempre uma lancinante força obsessiva, mediante a qual seres pervertidos e viciados que viveram na Terra e se equivocaram, por processo natural de sintonia, imantam-se às criaturas humanas, às vezes sendo a causa do mal, e em circunstâncias outras - o que é mais comum - dependentes também da falsa necessidade de que padece o homem" (questão 14, psicografia de Divaldo Franco). Não raro, pois, o viciado sofre a atuação de entidades espirituais que, sintonizados através dos pensamentos, incentivam a manutenção do vício, dificultando os esforços de recuperação.
Nestes casos, necessário indicar o tratamento espiritual, que deve ser realizado paralelamente ao tratamento convencional. Acresça-se os recursos do passe magnético, da água fluidificada e da desobsessão, sempre que necessária. Abordando esse tema, André Luiz afirma que "a medicina inventará mil modos de auxiliar o corpo atingido em seu equilíbrio interno; por essa tarefa edificante, ela nos merecerá sempre sincera admiração e amor, entretanto, cumpre a nós outros praticar a medicina da alma, que ampare o espírito enleado nas sombras" (do livro 'No Mundo Maior', psicografia de Chico Xavier). E continua em seguida: "é mister acender, em derredor de nossos irmãos encarnados na Terra, a luz da compaixão fraterna, traçando caminhos à responsabilidade individual. Haja mais amor ante os vales da demência do instinto e as derrocadas cederão lugar a experiências santificantes".
No entanto, precisamos estar atentos também aos vícios morais. Questionados por Allan Kardec sobre o maior obstáculo ao progresso, os Espíritos Superiores foram enfáticos: "o orgulho e o egoísmo"(questão 785 de 'O Livro dos Espíritos'). Mais à frente, incitam-nos a estudar todos os vícios, pois que, como resultado, veremos que "no fundo de todos há egoísmo (...) Daí deriva todo mal" (questão 913 de 'O Livro dos Espíritos'). O ciúme, a inveja, a vaidade, a cupidez, o personalismo são, em última instância, conseqüência de nosso orgulho e egoísmo. Estas são as duas principais chagas da sociedade, que somente poderão ser vencidas quando os valores morais se sobrepuserem aos interesses materiais.
Portanto, estejamos atentos e permitamos que o Espiritismo transforme nossos hábitos, usos e relações sociais. E lembremos o alerta de Kardec à questão 917 de 'O Livro dos Espíritos': "O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar a sua felicidade neste mundo, tanto quanto no futuro".


                        Drogas!


Um dos problemas mais graves da sociedade humana, na atualidade, é o consumo indiscriminado, e cada vez mais crescente, das drogas, por parte não só dos adultos, mas também dos jovens e, lamentavelmente, até das crianças, principalmente nos centros urbanos das grandes cidades.
A situação é tão preocupante, que cientistas de várias partes do Planeta, reunidos, chegaram à seguinte conclusão: "Os viciados em drogas de hoje podem não só estar pondo em risco seu próprio corpo e sua mente, mas fazendo uma espécie de roleta genética, ao projetar sombras sobre os seus filhos e netos ainda não nascidos."
Diante de tal flagelo e de suas terríveis conseqüências, não poderia o Espiritismo, Doutrina comprometida com o crescimento integral da criatura humana na sua dimensão espírito-matéria, deixar de se associar àqueles segmentos da sociedade que trabalham pela preservação da vida e dos seus ideais superiores, em seus esforços de erradicação de tão terrível ameaça.
O efeito destruidor das drogas é tão intenso que extrapola os limites do organismo físico da criatura humana, alcançando e comprometendo, substancialmente, o equilíbrio e a própria saúde do seu corpo perispiritual. Tal situação, somada àquelas de natureza fisiológica, psíquica e espiritual, principalmente as relacionadas com as vinculações a entidades desencarnadas em desalinho, respondem, indubitavelmente, pelos sofrimentos, enfermidades e desajustes emocionais e sociais a que vemos submetidos os viciados em drogas.
Em instantes tão preocupantes da caminhada evolutiva do ser humano em nosso planeta, cabe a nós, espíritas, não só difundir as informações antidrogas que nos chegam do plano espiritual benfeitor que nos assiste, mas, acima de tudo, atender aos apelos velados que esses amigos espirituais nos enviam, com seus informes e relatos contrários ao uso indiscriminado das drogas, no sentido de envidarmos esforços mais concentrados e específicos no combate às drogas, quer no seu aspecto preventivo, quer no de assistência aos já atingidos pelo mal.




 A Ação das Drogas no Perispírito

Revela-nos a ciência médica que a droga, ao penetrar no organismo físico do viciado, atinge o aparelho circulatório, o sangue, o sistema respiratório, o cérebro e as células, principalmente as neuroniais.
Na obra "Missionários da Luz" - André Luiz ( pág. 221 - Edição FEB), lemos: "O corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue. O sangue é elemento básico de equilíbrio do corpo perispiritual." Em "Evolução em dois Mundos", o mesmo autor espiritual revela-nos que os neurônios guardam relação íntima com o perispírito.
Comparando as informações dessas obras com as da ciência médica, conclui-se que a agressão das drogas ao sangue e às células neuroniais também refletirá nas regiões correlatas do corpo perispiritual, em forma de lesões e deformações consideráveis que, em alguns casos, podem chegar até a comprometer a própria aparência humana do perispírito. Tal violência concorre até mesmo para o surgimento de um acentuado desequilíbrio do Espírito, uma vez que "o perispírito funciona, em relação a esse, como uma espécie de filtro na dosagem e adaptação das energias espirituais junto ao corpo físico e vice-versa.
Por vezes o consumo das drogas se faz tão excessivo, que as energias, oriundas do perispírito para o corpo físico, são bloqueadas no seu curso e retornam aos centros de força.



A Ação dos Espíritos Inferiores Junto ao Viciado
Esta ação pode ser percebida através das alterações no comportamento do viciado, dos danos adicionais ao seu organismo perispiritual, já tão agredido pelas drogas, e das conseqüências futuras e penosas que experimentará quando estiver na condição de espírito desencarnado, vinculado a regiões espirituais inferiores.
Sabemos que, após a desencarnação, o Espírito guarda, por certo tempo, que pode ser longo ou curto, seus condicionamentos, tendências e vícios de encarnado. O Espírito de um viciado em drogas, por exemplo, em face do estado de dependência a que ainda se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga. Somente a forma de satisfazer seu desejo é que varia, já que a condição de desencarnado não lhe permite proceder como quando na carne. Como Espírito precisará vincular-se à mente de um viciado, de início, para transmitir-lhe seus anseios de consumo da droga, posteriormente, para saciar sua necessidade, valendo-se para tal do recurso da vampirização das emanações tóxicas impregnadas no perispírito do viciado, ou da inalação dessas mesmas emanações quando a droga estiver sendo consumida.

 "O Espírito de um viciado em drogas, em face do estado de dependência a que se acha submetido, no outro lado da vida, sente o desejo e a necessidade de consumir a droga."
Essa sobrecarga mental, indevida, afeta tão seriamente o cérebro, a ponto de ter suas funções alteradas, com conseqüente queda no rendimento físico, intelectual e emocional do viciado. Segundo Emmanuel, "o viciado, ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daquelas, tornando-se enfermiço, triste, grosseiro, infeliz, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos".



Contribuição do Centro Espírita no trabalho antidrogas desenvolvido pelos Benfeitores Espirituais


A Casa Espírita, como Pronto-Socorro espiritual, muito pode contribuir com os Espíritos Superiores, no trabalho de prevenção e auxílio às vítimas das drogas nos dois lados da vida.
Com certeza, essa contribuição poderia ocorrer através de medidas que, no dia-a-dia da Instituição, ensejassem:
  1. Um incentivo cada vez mais constante às atividades de evangelização da infância e da juventude, principalmente com sua implantação, caso a Instituição ainda não tenha implantado.
  2. Estimular seus freqüentadores, em particular a família do viciado em tratamento, à prática do Evangelho no Lar. Essas pequenas reuniões, quando realizadas com o devido envolvimento e sinceridade de propósitos, são fontes sublimes de socorro às entidades sofredoras, além, naturalmente, de concorrer para o estreitamento dos laços afetivos familiares, o que decerto estimulará o viciado, por exemplo, a perseverar no seu propósito de libertar-se das drogas ou a dar o primeiro passo nesse sentido.
  3. Preparar devidamente seu corpo mediúnico para o sublime exercício da mediunidade com Jesus, condição essencial ao socorro às vítimas das drogas, até mesmos as desencarnadas.
  4. No diálogo fraterno com o viciado e seus familiares, sejam-lhes colocados à disposição os recursos socorristas do tratamento espiritual: passe, desobsessão, água fluidificada e reforma íntima.
  5. Criar, no trabalho assistencial da Casa, uma atividade que enseje o diálogo, a orientação, o acompanhamento e o esclarecimento, como fundamentação doutrinária, ao viciado e a seus familiares.

Conclusão

Diante dos fatos e dos acontecimentos que estão a envolver a criatura humana, enredada no vício das drogas, geradoras de tantas misérias morais, sociais, suicídios e loucuras, nós, espíritas, não podemos deixar de considerar essa realidade, nem tampouco deixar de concorrer para a erradicação desse terrível flagelo que hoje assola a Humanidade. Nesse sentido, urge que intensifiquemos e aprimoremos cada vez mais as ações de ordem preventiva e terapêutica, já em curso em nossas Instituições, e que, também, criemos outros mecanismos de ação mais específicos nesse campo, sempre em sintonia com os ensinamentos do Espiritismo e seu propósito de bem concorrer para a ascensão espiritual da criatura humana às faixas superiores da vida.

Seu comentário é muito importante para mim!



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Entre a loucura e a Mediunidade

Entre a loucura e a Mediunidade

fonte
Meus filhos, Menino Gavião e Menino Falcão ainda não são encarnados.
Converso com eles em sonhos, às vezes consigo escutá-los (sou "meio" clariaudiente) ou às vezes eles vêm por meio de um Médium amigo meu, o Xamã.

Eles já foram meus filhos em outras vidas passadas, algumas com o Homem Gavião. Eles foram apresentados à mim já tem certo tempo, mas eu sempre avisei que eu somente permitiria a vinda deles assim que minha vida estivesse arrumada.
Não queria passar apertos, nem que eles passassem necessidades, já que não tenho mais família no plano terreno, minha situação financeira nunca foi muito estável e o Homem Gavião demorou para aparecer nesta vida.

Eventualmente eles vêm então, "montam" no Médium e conversam comigo. Matamos saudades, conversamos, faço comida para eles, enfim, é uma farra.
Gosto de saber das novidades do "outro lado". Aqui presos neste corpo e planeta primitivos, sempre fiquei frustrada, sempre quis viajar pelo universo, conhecer coisas novas, mundos novos.
-"Aprendemos que todo o Sistema Solar é habitado", disse Menino Gavião, o mais velho.
-"Todo?Mas como, se com telescópicos, sondas espaciais, Hubbles da vida, nunca acharam nada.." Repliquei.
-"Todos os planetas são habitados, têm cidades, etc. Mas são todos no plano espiritual", disse. A Terra é um Plano Evolutivo diferente, então os espíritos que vêm para cá ou são muito primários, ou vêm para ter experiências diferentes completou.
-Aquelas pessoas que nascem com Síndrome de Down, ou Paralisia cerebral e outros problemas, são de outros lugares, outros planetas? Perguntei.
-"Sim, daí alguns têm muita dificuldade para encarnar e se adaptar ao corpo humano que por sua vez tem muitas limitações. Então eles acabam nascendo com algumas sequelas, mas enfim, tudo é um grande aprendizado para eles e tudo isso é necessário."

Essas informações eles aprendem nas escolinhas preparatórias para reencarnar.
Mas claro que ao nascer eles "perdem" essa memória têm de recomeçam do zero. Frações de memória são liberadas para cumprir missões, completar metas e evoluir. Tudo que a pessoa vai passar em vida física, é cuidadosamente estudado e preparado antes de nascer. O problema é que depois que nascem, muitas pessoas não aceitam seu destino e tomam caminhos muito diferentes.

-"Queria saber do Márcio, o irmão de Márcia, minha amiga da infância. Ele era um bom menino, muito inteligente e prestativo. Do nada, quando tinha em torno de 18 anos, ficou estranho, não falava coisa com coisa. A família que era Espírita se converteu ao Evangelismo. Hoje com cerca de 37 anos, está medicado por substâncias muito fortes, e ele fica com um ar estranho, permanentemente fora do ar e meio dopado. Aparenta uma criança de 5 anos e não evoluiu. A família que antes era espírita, se assutou muito com o quadro do rapaz e acusou o Centro Espírita de ter influenciado negativamente a situação. Por fim, todos viraram Evangélicos e oram bastante para deixá-lo bom, coisa que nunca realmente aconteceu. Hoje o quadro dele é estável, mas a família sofre muito com isso. Você pode me contar o que houve com ele?"

-"Ele é um grande Médium, como o Tio Xamã. O problema é que ele tem as "portas" do mundo espiritual completamente escancaradas e ele não consegue controlar. O tio Xamã, controla, sabe quem vem e assim vai levando. O Márcio não tem essa capacidade. Por isso que ele ficou assim. Ele veio para fazer um trabalho espiritual. Ele é uma porta para que os espíritos desencarnados possam vir ao mundo físico fazer caridade, ensinar. Somente assim eles podem evoluir. Todo mundo(espírito) vê a porta aberta e quer passar. E assim ele acaba ficando desequilibrado e ninguém entende nada. O certo era ele se tratar em um Centro Espírita. Mas o certo mesmo, era ele "rodar" em um centro de Umbanda ou Candomblé e deixar esse povo passar para fazer caridade. Somente assim, ele ficaria em paz e poderia levar sua vida normalmente, Mas não foi isso que aconteceu."

É lamentável. Fico com dó de Márcio. Sou amiga da família a muitos anos e sempre acompanhei o drama sem fim, a busca por remédios, os tratamentos e as orações. E o que mais me espanta na verdade, é que Márcio nasceu em uma família Espírita, praticante, caridosa. Mas no desespero de ver o filho bem, fecharam os olhos e foram para um caminho completamente equivocado.
Esse tipo de caso é mais comum do que se imagina.
No círculo Evolutivo, tanto em Terra como em Espírito, temos que ajudar aos outros para Evoluir.
Caridade, Disciplina e Amor são os ingredientes principais dessa evolução espiritual de qual não podemos fugir.
E para que os espíritos possam vir à Terra para fazer seu papel, ajudar e orientar os homens, pessoas especiais são preparadas para isso. As famílias são escolhidas à dedo, a preparação pré-encarnatória é severa, os guias espirituais extremamente evoluídos e presentes.
Mas mesmo assim, na vida física, os problemas, os carmas, a opção religiosa e as dificuldades do dia a dia acabam mudando o caminho inicial.
Muitas vezes a pessoa já sabe da sua missão. Mas não aceita.
E sua linha espiritual fica a bater a porta, seja em sonhos ou acordado. Muitas vezes vão ao psiquiatra reclamar que escutam vozes, zumbidos e comandos. Saem de lá com medicamentos violentos, que podem causar dependência e que não resolvem a situação.

O que fazer?

Em primeiro lugar, humildemente pedir ajuda a um Centro Espírita e fazer o tratamento, isso já irá acalmar a situação. Depois, acender velas e conversar com os guias, os anjos que acompanham a pessoa e tentar ver a melhor solução. Não dá para fugir dessa missão. Mas também não dá para viver "chapado" de medicamentos.

Não é uma escolha fácil, mas quando finalmente se aceita a missão em Terra, que já fora aceita antes de encarnar, a vida flui melhor, as portas das boas oportunidades se abrem e a vida da pessoa enfim, se estabiliza.

tragédias coletivas

Por que ocorrem tragédias coletivas?

 

De vez em quando ocorrem grandes tragédias coletivas e é nessas horas que perguntamos: por que acontece esse tipo de coisa? Qual a finalidade desses acidentes que causam a morte conjunta de várias pessoas? Como a Justiça Divina pode ser percebida nessas situações? Por que algumas pessoas escapam?
Claro que sabemos que Deus não nos julga e nem nos castiga.
Fatalidade, destino, azar são palavras que não combinam com a Doutrina Espírita, da mesma forma que a sorte daqueles que escapam desse tipo de situação, sempre há os relatos daqueles que desejavam estar no local da tragédia e não conseguiram; daqueles que estavam no cenário e não sofreram nada além do susto; e tantos outros.
Então, para a Doutrina Espírita, como se explicam casos como esse? A resposta está no resgate coletivo, conceito que envolve a correção de rumo de um grupo de Espíritos que em alguma outra encarnação cometeu atos semelhantes – e muitas vezes em conjunto – de descumprimento da lei divina e que, portanto, para individualmente terem a consciência tranquilizada  precisam sanar o débito. Toda a problemática, nesse caso, está no trabalho dos mentores na reunião desses Espíritos de modo a que juntos possam se reajustar frente à Lei Divina.
Pergunta-se às vezes o que se deve pensar das mortes prematuras, das mortes acidentais, das catástrofes que, de um golpe, destroem numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de plano, de providência, de harmonia universal?
Quem nos explica sobre esta questão é Leon Denis, o sucessor de Allan Kardec, em seu livro: O problema do Ser do Destino e da Dor, primeira parte, item X – a Morte:
“As existências interrompidas prematuramente por causa de acidentes chegaram ao seu termo previsto. São em geral, complementares de existências anteriores, truncadas por causa de abusos ou excessos. Quando, em consequências de hábitos desregrados, se gastaram os recursos vitais antes da hora marcada pela natureza. Tem-se de voltar a perfazer, numa existência mais curta, o lapso de tempo que a existência precedente devia ter normalmente preenchido. Sucede que os seres humanos, que devem dar essa reparação, se reúnem num ponto pela força do destino, para sofrerem, numa morte trágica, as consequências de atos que têm relação com o passado anterior ao nascimento. Daí, as mortes coletivas, as catástrofes que lançam no mundo um aviso. Aqueles que assim partem, acabaram o tempo que tinham de viver e vão preparar-se para existências melhores.”

O Espiritismo explica com muita coerência, que cada um recebe segundo as suas obras, porque todos nós estamos submetidos à Lei de Ação e Reação ou de causa e efeito e à Lei de Evolução ou de Progresso.
Segundo a primeira, nós seres humanos, com nossos pensamentos, sentimentos e ações, criamos causas que terão um efeito posterior. O caráter positivo ou negativo das causas vão gerar o gênero desses efeitos. É uma Lei que não castiga, mas que reajusta as ações cometidas pelo uso do nosso livre arbítrio. Age devolvendo o caminhante desviado e perdido ao caminho correto do bem e do progresso, através das encarnações sucessivas.
A Lei de Evolução ou do Progresso rege a transformação contínua de tudo o que possui vida, desde os estados rudimentares e inferiores, até formas mais perfeitas e complexas. Por intermédio dessa Lei, o ser humano passou a ser o homem “civilizado” de hoje, abandonando suas etapas selvagens e primitivas. Graças à Lei de Evolução e às provas sucessivas, às quais ela nos submete em nossas existências múltiplas, nós seres humanos vamos corrigindo nossas imperfeições, transformando nossos defeitos e debilidades em virtudes ou qualidades, que nos empurram à conquista da vida espiritual. A aplicação do nosso livre arbítrio fará com que essa Lei nos faça caminhar pelas trilhas do bem, do amor e da felicidade, ou ao contrário, pelo caminho da dor.
Gerson Simões Monteiro, presidente da “Fundação Espírita Cristã C. Paulo de Tarso”, em um artigo sobre as mortes coletivas, escreve que as vítimas de um terremoto poderiam ser antigos guerreiros que, numa encarnação anterior, destruíram cidades, lares, mataram mulheres e crianças sob os escombros de suas casas e vitimaram a milhares de pessoas. Numa nova encarnação, são “atraídos por uma força magnética pelos crimes praticados coletivamente, reúnem em determinadas circunstâncias, e sofrem “na pele” por meio de um terremoto ou outra catástrofe semelhante, o mesmo mal que fizeram às suas vítimas indefesas de ontem.” São faltas individuais que influem no coletivo.
Acrescentamos que os sobreviventes também são chamados a uma transformação moral, a uma mudança em suas vidas, mas há pessoas que se aproveitam da situação de caos, em uma região que sofreu citado terremoto, para saquear, roubar, violentar e que se beneficiam com egoísmo das doações recebidas. Para essas, a lição não é suficiente e se comprometem mais seriamente ante a coletividade.
Temos também outro exemplo real, explicado nas páginas da literatura espírita. No dia 17 de dezembro de 1961, um circo pegou fogo na cidade de Niterói (Rio de Janeiro) e cerca de 500 pessoas faleceram.
No livro “Cartas e Crônicas”, psicografado por Francisco Cândido Xavier, o Espírito Humberto de Campos relata a causa do acidente explicando que no ano 177 da Era Cristã, Marco Aurélio reinava no império romano. Mulheres, homens, crianças, anciões e enfermos cristãos eram detidos, torturados e exterminados. “Mais de 20 mil pessoas já haviam sido mortas”.
Chegou a notícia da visita do famoso guerreiro Lúcio Galo naquelas terras e os donos do poder queriam homenageá-lo de maneira grandiosa e original. Decidiram queimar milhares de cristãos num espetáculo “à altura” do visitante.
“Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas de crueldade, vasculharam residências humildes e, no dia subsequente, ao Sol vivo da tarde, largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria.”
“Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento… Entretanto, a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.”
O notável Mediunato de Chico Xavier também nos esclarece outro fato real ocorrido em São Paulo, no dia 1º de fevereiro de 1974, data em que o Edifício Joelma se incendiou e deixou 188 mortos.
O Espírito Cyro Costa e Cornélio Pires se manifestam por psicografia e deixaram dois sonetos que revelavam a causa das mortes em massa no incêndio. As vítimas resgatavam os “derradeiros resquícios de culpa que ainda traziam na própria alma, remanescentes de compromissos adquiridos em guerra das Cruzadas”.
Com relação a mortes coletivas em aviões, o Espírito André Luiz, no capítulo 18 do Livro Ação e Reação, psicografado por Chico Xavier, esclarece que piratas que afundaram e saquearam criminosamente embarcações indefesas no dorso do mar, ceifando inúmeras vidas, agora encarnados em outros corpos, morrem, muitas vezes, coletivamente nos acidentes aviatórios.
Ainda na mensagem “Desencarnações Coletivas”, o benfeitor espiritual Emmanuel esclarece outros motivos para as mortes que se verificam coletivamente. Diz ele: “Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidades na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação”.

Diz Allan Kardec, nos comentários da questão 738 de O Livro dos Espíritos, que “venha por um flagelo à morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de lagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo”.
E finalmente, segundo esclareceram os Espíritos Superiores a Allan Kardec, na resposta à questão 740 de O Livro dos Espíritos, “os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo”.
Texto retirado de:
http://letraespirita.blogspot.com.br/2016/11/por-que-ocorrem-tragedias-coletivas.html

Pessoas Que Gostam De Ficar No Escuro,

LIGAÇÃO De Espíritos E Pessoas Que Gostam De Ficar No Escuro, Curtir A Tristeza!

Obsessor Agindo Em Um Aeroporto

Espírito Obsessor Agindo Em Um Aeroporto

 

 

Espírito Obsessor Agindo Em Um Aeroporto AO VIVO! Como Eles Agem? Wagner Borges

 

 Espírito Obsessor Agindo Em Um Aeroporto AO VIVO! Como Eles Agem? Wagner Borges
Inscrevam - Se, Compartilhem, Clique Em Gostei! Obrigado!
Super Emoção De Uma Mãe Na Carta Psicografada Do Filho:

Espírito Obsessor Revela como obsedia uma pessoa arrogante

 Espírito Obsessor Revela como obsedia uma pessoa arrogante
 segundo os espíritos a obsessão hoje e pior do que o câncer no mundo
Espírito Obsessor Revela Como Age Nas Cunhas Mentais Pensamentos Fixos! Wagner Borges
Inscrevam - Se, Compartilhem, Clique Em Gostei! Obrigado!
Super Emoção De Uma Mãe Na Carta Psicografada Do Filho:

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Postagens populares